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    Confira os três melhores fundos imobiliários para 2021

    Confira os três melhores fundos imobiliários para 2021

    Com a crise causada pelo coronavírus em 2020, todo a economia do país sofreu um grande impacto. Nesse contexto, os fundos imobiliários, por estarem ligados indiretamente à setores vitais da economia brasileira — como atividades corporativas, comércios, indústrias, logística, entre outros, também foram afetados negativamente. Desse modo, analisando o cenário de 2020 e as perspectivas para o próximo ano, a pergunta que fica é: quais seriam os melhores fundos imobiliários para 2021?

    Destaca-se que é muito difícil saber quais serão, de fato, os melhores fundos imobiliários para 2021. Contudo, mesmo com os efeitos da crise e considerando uma potencial recuperação nos níveis de atividade econômica, existem algumas excelentes oportunidades que vemos grande potencial para 2021.

    Quais os melhores fundos imobiliários para 2021?

    Diante do contexto atual, separamos três FIIs de diferentes setores que acreditamos serem os melhores fundos imobiliários para investir em 2021:

    • HGRU11 (FII CSHG Renda Urbana)
    • IRDM11 (FII Iridium Recebíveis Imobiliários)
    • HSML11 (FII HSI Malls)

    Obviamente que, por serem ativos de renda variável, não é possível garantir com 100% de certeza que um Fundo Imobiliário irá performar bem e entregar bons rendimentos aos seus cotistas.

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    Afinal, existem diversos fatores, externos e internos, que podem alterar o valor das cotas e dos dividendos mensais distribuídos.

    Porém, ao analisar o mercado, observamos que esses três fundos reúnem qualidades e características que os colocam entre os melhores investimentos em FIIs para o ano de 2021

    Confira abaixo os principais pontos positivos e demais aspectos sobre os três FIIs mais promissores para 2021.

    FII CSHG Renda Urbana (HGRU11)

    Prédio do Ibmec Barra, no Rio de Janeiro (RJ), um dos ativos do HGRU11

    O CSHG Renda Urbana é um fundo de tijolo que investe o capital dos cotistas em empreendimentos imobiliários urbanos de uso comercial e institucional.

    Nesse sentido, o Fundo gera renda por meio de alienação, locação ou arrendamento de ativos imobiliários.

    Apesar de o foco ser o setor corporativo de torres e lajes individuais, o regulamento do FII permite a aquisição de papéis como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), certificados de potencial adicional de construção (Cepacs), letras de crédito imobiliário (LCI), letras imobiliárias garantidas (LIG) e outros.

    Ainda conforme seu regulamento, o HGRU11 paga taxa de performance à administradora, ou seja, um percentual sobre o lucro obtido caso ele seja superior ao indicador de referência.

    Assim sendo, a taxa de performance acaba servindo de estímulo para o gestor e sua equipe  atingirem bons resultados, e consequentemente, bom lucro para o Fundo.

    O CSHG Renda Urbana, que existe desde desde março de 2018, é administrado pelo Credit Suisse, uma das instituições mais respeitáveis no seguimento.

    Um ponto forte do HGRU11 é o seu caráter multiusuário. Ou seja, trata-se de um Fundo multiativos, multiregional e multi-inquilinos.

    Consequentemente, pode-se dizer que é um fundo bem diversificado. Com isso, os riscos do investimento acabam se diluindo entre os ativos que contemplam a carteira do Fundo.

    Além disso, o HGRU11 possui em sua maioria contratos atípicos (diferenciados) de locação, que garantem maior estabilidade aos cotistas.

    Vale lembrar ainda que o Fundo nasceu monoativo e hoje conta com mais de mais de 14 ativos distribuídos, sobretudo, entre os segmentos de supermercados e educacional.

    FII Iridium Recebíveis Imobiliários (IRDM11 )

    O segundo fundo imobiliário que vemos como grande oportunidade para 2021 é o Iridium Recebíveis Imobiliários.

    O IRDM11, cuja administração compete ao BTG Pactual, foi constituído em março de 2018.

    Trata-se de um FII do tipo papel, desse modo, seus investimentos são destinados principalmente para ativos de títulos e valores mobiliários.

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    Logo, o objetivo é aplicar, primordialmente, em CRIs e, complementarmente, em cotas de outros FIIs, LCI, LIG e Cepacs.

    O Fundo também pode investir em imóveis, direitos reais em geral sobre imóveis, participações societárias de sociedades imobiliárias e/ou em outros ativos financeiros.

    De acordo com o seu regulamento, o fundo deverá manter, no mínimo, 67% do seu patrimônio líquido investido em CRI, e até 33% do seu patrimônio líquido investido nos demais ativos imobiliários.

    Entre os pontos fortes do IRDM11 podemos citar uma carteira extremamente pulverizada em uma diversidade de papéis, distribuídos por diversos segmentos.

    Isso é uma grande vantagem desse Fundo, já que minimiza os riscos da operação e reduz a volatilidade do investimento.

    A grande maioria dos ativos que compõem esse FII possuem excelente classificação de rating. Em outras palavras, são ativos considerados de alta qualidade pelo mercado.

    Além disso, o Iridium Recebíveis Imobiliários possui um histórico muito forte de gestão ativa. Desse modo, o gestor do fundo demonstra estar sempre fazendo operações de compra e venda de ativos no mercado. Tal natureza pode trazer ganhos interessantes para a carteira.

    Por fim, vale destacar que, como fundo de recebíveis imobiliários, o IRDM11 pode ser uma boa opção para quem busca retorno através do pagamento de bons dividendos mensais.

    FII HSI Malls (HSML11)

    Shopping Metrô Tucurivi, em São Paulo (SP), um dos shoppings no portfólio do HSML11

    Por último, o terceiro FII com potencial para 2021 é o HSI Malls, negociado na Bolsa sob o ticker HSML11.

    Apesar de ser o mais jovem entre os três que citamos, foi constituído em julho de 2019, ele vem ganhando forte representatividade no mercado de FIIs.

    O HSML11, administrado pelo Santander Caceis Brasil, é um fundo do tipo tijolo, focado principalmente no segmento de shoppings centers.

    No entanto, o portfólio do HSI Malls pode englobar ainda a participação em outros fundos de investimentos imobiliários.

    Dessa forma, conforme seu regulamento, o Fundo poderá realizar investimentos, até o limite de 33% do patrimônio líquido em imóveis em construção.

    Entre os pontos fortes do HSML11 está a experiência da equipe em uma gestão ativa e consequentemente na criação de valor nos ativos.

    Em outras palavras, o objetivo da gestão é melhorar a rentabilidade do Fundo e passar o seu índice de referência (benchmark).

    Além disso, pela sua constituição relativamente recente, a expectativa é de que haja um crescimento real acima da média de mercado. Isso porque os ativos que constituem o Fundo são “jovens” e com bom potencial de crescimento.

    Vale lembrar ainda que o HSML11  é um Fundo multiativos e bem distribuído geograficamente.

    Por fim, destacamos que diante de todo um cenário de fechamento da economia motivado pela pandemia de Covid-19, o setor de shoppings foi um dos mais afetados.

    No entanto, considerando uma situação de recuperação econômica para 2021, o setor, e consequentemente o HSML11, pode ser uma boa oportunidade de alavancar os ganhos da carteira.

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    Perspectivas para o setor de fundos imobiliários para 2021

    Em 2020, o mundo presenciou um cenário de completo caos sanitário e econômico. A expansão da pandemia de coronavírus obrigou o fechamento de estabelecimentos comerciais em praticamente todos os países.

    No Brasil não foi diferente: vimos shoppings fechando as portas, fábricas suspendendo as atividades e boa parte do comércio trabalhando com horários reduzidos.

    Para se ter uma ideia, a contenção da pandemia resultou no fechamento temporário de mais de 576 shoppings em todo o País.

    A consequência disso foi imediatamente sentida pelo mercado financeiro. Em fevereiro de 2020, o Ibovespa despencou 30%. Já o IFIX, índice que contempla os fundos imobiliários (FII) mais negociados, caiu 15,85% em março de 2020.

    Como resultado, o impacto sobre os FIIs em geral foi extremamente agressivo.

    Diante desse cenário, o que podemos ver é um mercado de fundos imobiliários extremamente descontado e com expectativa de retomada do ciclo de alta, à medida que a economia volte a crescer.

    Segmentos de shoppings e lajes corporativas foram os que mais sofreram em 2020. Por outro lado, a aceleração do comércio eletrônico favoreceu uma rápida recuperação dos fundos imobiliários logísticos.

    Outros fatores que contribuem para o potencial dos FIIs em 2021 são:

    • Retomada do crescimento econômico;
    • Manutenção da taxa Selic em níveis baixo;
    • Incentivos governamentais para aquisição da casa própria;

    Esses fatores, que já estão ocorrendo em conjunto, contribuem muito para o desenvolvimento e para a perspectiva de melhoria dos resultados dos FIIs no ano de 2021.

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    Por que investir em fundos imobiliários em 2021?

    Em primeiro lugar, para garantir uma boa relação entre segurança e rentabilidade na renda variável é essencial apostar na diversificação da carteira.

    Partindo dessa premissa, os fundos imobiliários podem ser uma excelente opção para 2021, sobretudo em tempos de Selic em patamares historicamente baixo.

    Como se isso não fosse suficiente, os fundos imobiliários em geral tiveram uma forte correção em função da pandemia que assolou o país em 2020.

    Passado o pior momento da crise, aos poucos a economia e o setor imobiliário vem mostrando sinais de recuperação.

    Nesse panorama, os FIIs surgem como opção para conseguir resultados positivos e somar lucros ao patrimônio, buscando a independência financeira.

    Analisando de forma geral os melhores investimentos para 2021, sem dúvida esses três fundos são boas oportunidades para se investir.

    No entanto, a que se ampliar o leque de opções na hora de escolher o FII. O segmento de logística por exemplo, foi um dos setores que mais cresceu em meio à recessão.

    A disparada nesse segmento se deu principalmente pelo aumento das vendas onlines, tendo em vista a impossibilidade de locomoção da população.

    Como se não bastasse relacionar as questões conjunturais, não podemos deixar de mencionar as vantagens características de um fundo imobiliário.

    De outro modo, podemos dizer o cotista de um FII tem a possibilidade de ganhar duplamente, ou seja, tanto com a valorização do ativo escolhido como pelo pagamento mensal de rendimentos. Esse último, inclusive, pode ser considerado uma forma de ganho de renda passiva, e ainda não sofre a incidência do imposto de renda.

    Para 2021, vemos um cenário bastante promissor para a indústria de fundos imobiliários, o que deve impactar ainda mais o valor das cotas e da distribuição de dividendos.

    E você, já investe em algum dos melhores fundos imobiliários para 2021 que mencionamos acima? Deixe sua opinião abaixo e compartilhe conosco o que você acha desses ativos.

    Tiago Reis
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