Como declarar ações na bolsa de valores sempre gera muitas dúvidas
Por: Tiago Reis

Guia: Como declarar o Imposto de Renda sobre ações (2020)?

Presente pelo menos uma vez por ano na realidade de todo investidor, a tarefa de declarar o Imposto de Renda sobre ações e investimentos é sempre algo que gera muitas dúvidas.

Nesse contexto, declarar o Imposto de Renda sobre ações é um subdividido em várias e específicas etapas, que demandam muita atenção por parte de quem o executa – principalmente quando se trata de um investidor com pouca experiência. Haja visto a grande quantidade de informação que precisa ser repassada de maneira compilada e direta para interpretação da Receita Federal.

Assim sendo, neste artigo vamos abordar alguns detalhes que envolvem operações com ações e fundos imobiliários para que o investidor não deixe de fazer uma boa opção de investimento e também não incorra em inconsistências com a Receita Federal.

Como funciona a declaração de ações e investimentos no Imposto de Renda?

Mesmo apurando as declarações de milhões de brasileiros anualmente, a Receita Federal possui um sistema informatizado que realiza o cruzamento de dados é realizado entre os pagadores e recebedores de Impostos, o que permite que a instituição possa descobrir quais foram as transações realizadas. Por isso, saber como declarar o Imposto de Renda sobre ações e investimentos é extremamente importante para evitar problemas com o Leão. Isso porque a Receita

A declaração dos ativos mobiliários, os rendimentos provenientes dos mesmos, bem como eventuais ganhos de capital, é obrigatória para todos os investidores. Além disso, a declaração do imposto de renda sobre ações e investimentos deve ser feita independentemente se tais ganhos forem ou não isentos de tributação ou não.

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Logo, mesmo que o investidor de ações não tenha realizado operações mensais acima de R$20 mil, é importante que o investidor declare suas posições e ganhos de capital obtidos. Isso porque pois a Receita Federal considera como tributáveis os valores relativos ao acréscimo patrimonial, quando não justificados pelos rendimentos tributáveis, isentos ou não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte.

Portanto é importante declarar todos os rendimentos obtidos com ações e cotas de fundos imobiliários (FIIs), não importando que eles sejam isentos ou tributados na fonte.

Como fazer declaração de Investimentos no Imposto de Renda?

Antes de iniciar, de fato, os procedimentos de declaração, é preciso obter o programa de preenchimento e envio da Receita Federal. Isto porque o processo é realizado de forma exclusiva pela internet. Assim sendo, o contribuinte precisa fazer o download dos programas diretamente pelo site da Receita.

Após a sua devida instalação e preenchimento do CPF, é preciso declarar a posição existente em ativos e demais investimentos no 31 de dezembro do ano anterior ao da declaração.

Dito isso, em resumo, o procedimento para declarar investimentos no IR irá variar de acordo com o ativo e o rendimento obtido. Logo, a declaração de investimentos no Imposto de Renda se divide em quatro categorias:

  1. Declaração de Bens e Direitos de Ações;
  2. Declaração de Bens e Direitos de e cotas dos FIIs;
  3. Declaração dos Rendimentos (dividendos e JCP) das ações e FIIs;
  4. Declaração de Ganho de Capital (Lucros) com venda de ações e cotas de FIIs;
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Como declarar ações no Imposto de Renda?

Para declarar ações no Imposto de Renda no sistema da Receita Federal siga o passo a passo abaixo:

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, clique no botão “Novo” para incluir uma nova posição ou “Editar” para modificar uma posição já lançada.
  2. No item “Código”, selecione a opção “31 – Ações (inclusive as provenientes de linha telefônica).”
  3. No item “Localização (País)”, selecionar a opção “105 – Brasil”
  4. No item “Discriminação”, especifique a (i) quantidade ações; (ii) o nome da empresa/ticker papel e CNPJ; (iii) adicionalmente pode-se especificar a corretora utilizada para a compra.
  5. No item “Situação em 31/12/2018”: Se a Ações foram adquiridas no ano de 2019 então este campo deve ser mantido zerado, se foram adquiridas em anos anteriores a 2019, então o valor do campo deve ser preenchido a partir da declaração anterior.
  6. No item “Situação em 31/12/2019”, preencher com o valor de compra de todas as ações especificadas. Se foram realizadas mais de uma compra então somar o valor das compras.

Declaração da posição em Ações

Se o contribuinte tinha 200 ações em 2018, vendeu 100 delas em 2019 e terminou o ano com apenas 100, o valor das ações em 31/12/2019 será dado pelo número de papéis remanescentes vezes seu preço na data de aquisição, independentemente de a compra ter acontecido em anos anteriores.

Quem tiver comprado mais ações no ano passado, irá somar o valor desembolsado pelos papéis ao montante anteriormente declarado.

Isso acontece porque a Receita Federal não considera as oscilações do mercado: seu objetivo é mensurar lucros e prejuízos, frutos da diferença entre os valores de compra e venda dos ativos.

Portanto, é importante que jamais se atualize o preço das ações pela sua cotação no último dia do ano.

Como declarar FIIs no Imposto de Renda? 

Saber como declarar FIIs no imposto de renda também é muito importante para qualquer investidor dessa modalidade. Para entender melhor esse processo, confira o passo a passo para fazer a declaração da posição em fundos imobiliários para a Receita Federal.

Informando a posição em FIIS ao IR

  1. Na ficha “Bens e Direitos”, clicar o botão “Novo” para incluir uma nova posição ou “Editar” para modificar uma posição já lançada.
  2. No item “Código”, selecionar a opção “73 – Fundo de Investimento Imobiliário”
  3. No item “Localização (País)”, selecionar a opção “105 – Brasil”
  4. No item “Discriminação”, especificar a (i) quantidade de cotas; (ii) o nome do Fundo e CNPJ; (iii) adicionalmente pode-se especificar a corretora utilizada para a compra.
  5. No item “Situação em 31/12/2018:’ Se o fundo foi adquirido no ano de 2019 então este campo deve ser mantido zerado, se o fundo foi adquirido em anos anteriores a 2019 então o valor do campo deve ser preenchido a partir da declaração anterior.
  6. No item “Situação em 31/12/2019”: Preencher com o valor de compra de todas as cotas especificadas. Se foram realizadas mais de uma compra, some o valor das compras. Assim como em Ações o investidor pode também acrescentar as despesas das operações de compra no valor total.

Declaração da posição em FIIS

Como declarar Proventos recebidos no Imposto de Renda?

Ações e FIIs possuem regras próprias de tributação dos rendimentos que ambas distribuem (dividendos e juros sobre capital próprio no caso de ações, e rendimentos no caso dos FIIs). Porém, é preciso se atentar ao fato de que mesmo os Rendimentos Isentos de ambos os casos devem ser declarados.  

Os dividendos, por exemplo, são isentos de Imposto de Renda. Já os Juros Sobre Capital Próprio (JCP) são tributados na fonte à alíquota de 15%. Ou seja, o investidor já recebe o valor líquido.

Os dividendos e JCP recebidos durante o ano devem ser informados pelas respectivas companhias através de informes de rendimentos via correios. Caso não tenha recebido estas informações, deve-se entrar em contato com a área de RI (Relações com Investidores) e solicitar segunda via do demonstrativo.

Tanto para os proventos das ações como para FIIs, o investidor poderá consultar seus rendimentos no Canal Eletrônico do Investidor da BM&FBovespa e também nos extratos das corretoras.

Declarando dividendos recebidos no IR

Os dividendos são tributados na própria empresa e estão líquidos de impostos. Por conta disso, devem ser declarados como Rendimentos Isentos e Não Tributáveis.

No programa para preenchimento da declaração devem ser executados os seguintes passos:

  1. Selecionar a ficha de declaração “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”
  2. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” selecionar a opção “9 – Lucros e dividendos recebidos pelo titular e pelos dependentes”.

A partir disso, preencher os seguintes campos:

  • Tipo de beneficiário (Escolher entre Titular e Dependente, de acordo com o possuidor da ação);
  • Beneficiário (não necessita selecionar esta opção pois a mesma é automática);
  • CNPJ da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Nome da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Valor (Especificar de acordo com o informe de rendimentos).

Declaração de Lucros e Dividendos

Declarando Juros sobre Capital Próprio (JCP) recebidos no IR

Os JCP são tributados à alíquota de 15%. No entanto o valor do imposto é recolhido na fonte e, assim, o investidor já recebe o rendimento líquido de impostos. Por conta disso, devem ser declarados como Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva.

No programa para preenchimento da declaração devem ser executados os seguintes passos:

  1. Selecionar a ficha de declaração “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”
  2. Na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva” selecionar a opção 10 – Juros sobre Capital Próprio.

A partir disso, preencher os seguintes campos:

  • Tipo de beneficiário (Escolher entre Titular e Dependente, de acordo com o possuidor da ação);
  • Beneficiário (não necessita selecionar esta opção pois a mesma é automática);
  • CNPJ da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Nome da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Valor (Especificar de acordo com o informe de rendimentos).

Declaração de Juros sobre Capital Próprio JCP

Declarando rendimentos recebidos dos FIIs nos IR

Novamente, no que diz respeito a como declarar rendimentos dos fundos imobiliários no imposto de renda,o governo isenta investidores pessoa física de pagarem imposto de renda sobre os rendimentos dos ativos (distribuições de aluguéis). Essa medida existe como uma forma de incentivar o mercado de FIIs,

Por conta disso, os rendimentos recebidos dos FIIs devem ser declarados como Rendimentos Isentos e Não Tributáveis.

Considerações: (i) as pessoas físicas que terão direito à isenção não poderão possuir 10% ou mais das cotas do Fundo (ii); e o fundo deverá ter no mínimo 50 cotistas e ter suas cotas exclusivamente negociadas em Bolsa de Valores ou mercado de balcão organizado.

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No programa para preenchimento da declaração de 2019 devem ser executados os seguintes passos:

  1. Selecionar a ficha de declaração “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”
  2. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” selecionar a opção “26 – Outros” (não existe uma opção específica para este tipo de rendimento).

A partir disso, preencher os seguintes campos:

  • Tipo de beneficiário (Escolher entre Titular e Dependente, de acordo com o possuidor da FII);
  • Beneficiário (não necessita selecionar esta opção pois a mesma é automática);
  • CNPJ da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Nome da Fonte Pagadora (Especificar de acordo com o informe de rendimentos);
  • Valor (Especificar de acordo com o informe de rendimentos).

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Como declarar ganhos de capital (lucros) com a venda de ações e cotas de FIIs?

Ações e Cotas de FII’s possuem regras próprias (e diferentes) de tributação sobre o ganho de capital com a venda dos títulos.

Algumas características são comuns em relação à apuração de lucro de ambas:

  • Deve ser calculado o preço médio incluindo os custos operacionais;
  • Caso o Investidor já possua aquelas ações ou cotas, deve ser calculado o novo preço médio ponderado por cota/ações;
  • O Imposto de Renda sobre ganho de capital só é devido quando as cotas e ações são vendidas com lucro;
  • Todas as vendas de ações e cotas de FIIs têm IR retido na fonte à alíquota de 0,005% para operações comuns e 1% para operações day trade. É o chamado “dedo-duro”, que serve para alertar o Leão que foi feita uma operação tributada. Portanto, é muito importante lembrar que a Receita Federal tem memória, basta ela querer acessá-las para verificar suas operações.

A apuração e o pagamento do imposto de renda devido deve ser feita mensalmente e esta responsabilidade é unicamente do próprio investidor.

Lembrando que o imposto sobre os lucros obtidos em um mês deve ser pago no mês subsequente, caso contrário poderá ocorrer a incidência de multa sobre o imposto atrasado.

Em ambos os casos (ações e FIIS), existe a necessidade de uma organização mínima e controle sobre a carteira de ações e cotas de FIIs. Normalmente, as corretoras de valores mantêm registros das operações realizadas pelo cliente.

Como é feita a tributação sobre ganhos de capital em ações e FIIs?

Estão isentos do imposto de renda os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações no mercado à vista de ações negociadas em bolsas de valores cujo valor das alienações realizadas em cada mês seja igual ou inferior a R$ 20.000,00, para o conjunto de ações, independente se realizadas por uma ou mais corretoras.

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Entretanto, a isenção da cobrança de IR não significa que o investidor não precisa declarar sua posição em carteira e os seus rendimentos com ganhos de capital obtidos para a Receita Federal.

Já as operações realizadas no mês acima de R$20.000,00 estão sujeitas à alíquota de 15% para operações comuns e de 20% para operações day-trade sobre os lucros auferidos.

Nestes casos, a Receita Federal permite que o investidor compense prejuízos acumulados, sem limite de prazo para isso.

Entretanto, os prejuízos podem ser abatidos dos ganhos futuros, não passados, por isso é sempre importante gerenciar as operações com ações e ter tudo anotado, para controlar os possíveis prejuízos e compensá-los depois.

Onde encontrar as informações para declarar ganhos de capital no IR?

Existem várias maneiras para um investidor “tomar nota” de suas operações. Para isso, o aplicador pode guardar as notas de corretagem, pode anotar em um caderno, pode montar uma planilha Excel.

Uma ferramenta simples e muito útil para manter os registros, por exemplo, é o Google Finance.

Lá é possível registrar todos os dados das transações de compra e venda de Ações e Cotas de FIIs (incluindo custos operacionais) e poderá acompanhar a evolução da sua rentabilidade.

Notas de corretagem

As notas de corretagem são os documentos que apontam os dados necessários para a correta declaração dos investimentos em Ações e Cotas de FIIs.

Assim sendo, mesmo que o investidor não mantenha os registros em planilhas, não há motivos para desespero, haja visto que todas as informações necessárias estão registradas nas notas de corretagem.

Exemplos de Notas de Corretagem:

Imagem de um exemplo de nota de corretagem

Imagem de um exemplo de nota de corretagem
Exemplo de Nota de Corretagem

Como apurar o ganho líquido e fazer o cálculo do IR?

Algumas corretoras disponibilizam calculadoras de imposto de renda para seus clientes, em geral mediante o pagamento de uma mensalidade.

Essas calculadoras ajudam a fazer a apuração do imposto e até emitem o DARF.

De toda forma, o cálculo pode ser feito pelo próprio investidor. A fórmula para calcular o ganho líquido de capital é a seguinte:

  • Lucro Líquido da Operação = Preço de Venda – Preço de Compra – Custos Operacionais

Como pagar o Imposto de Renda sobre ganhos com ações?

Como o Imposto de Renda é um tributo de competência federal, o contribuinte deve recolher o valor devido através de preenchimento de um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) disponível no site da Receita Federal ou no internet banking de qualquer grande banco.

O código da receita para tributação sobre ações para pessoa física é 6015.

O período de apuração refere-se ao mês quando foram vendidas as ações.

Assim, se as ações foram vendidas em outubro, a data a ser colocada no campo “período de apuração” do DARF é o último dia de outubro.

A data de vencimento é o último dia útil do mês subsequente, neste caso, o mês de novembro.

As despesas com corretagem podem e devem ser abatidas do lucro.

Porém, deve-se observar que caso a nota de corretagem conte com duas operações, as despesas de corretagem precisam ser rateadas entre os papéis.

Imagem de um exemplo do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais)
Modelo de um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais)

Campos do formulário:

  • Nome: Preencha com nome completo do contribuinte.
  • Telefone: Preencha com o telefone de contato do contribuinte (opcional).
  • Período de apuração: Preencha com a data do encerramento do período-base, ou seja, o último dia do mês em que for registrado lucro.
  • Número do CNPJ: Preencha com o número completo do CNPJ (14 dígitos)
  • Código da receita: Preencha com o código para tributação sobre renda variável (pessoa física: código 6015; pessoa jurídica: código 3317).
  • Número de referência: Não é necessário o preenchimento.
  • Data de vencimento: Preencha com a data de vencimento do prazo legal para pagamento, mesmo nos casos de pagamentos antes ou após essa data. No caso de tributação sobre renda variável, a data correta é o último dia útil do mês subsequente ao da apuração.
  • Valor do principal: Indique o valor do principal que está sendo pago, ou seja, o imposto a pagar.

Declarando ganhos isentos (até R$ 20 mil por mês) com ações no Imposto de Renda

Ganhos líquidos auferidos por pessoa física no mercado à vista de ações cujo o valor total seja igual ou inferior a R$ 20.000,00 no mês são isentos da cobrança do Imposto de Renda. Porém, mesmo com a isenção, essa operações precisam ser registradas na declaração do IR.

Por conta disso, esses ganhos devem ser declarados como Rendimentos Isentos e Não Tributáveis.

Logo, para declará-los, devem ser executados os seguintes passos no programa para preenchimento da declaração :

  1. Selecionar a ficha de declaração “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”
  2. Na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” selecionar a opção “5 – Ganho de capital na alienação de bem, direito ou conjunto de bens ou direitos da mesma natureza, alienados em um mesmo mês, de valor total de alienação até R$ 20.000,00, para ações alienadas no mercado de balcão, e R$ 35.000,00, nos demais casos.”

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

No item “Valor informado pelo contribuinte”, preencher o valor das operações no período.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Declarando ganhos tributáveis com ações no Imposto de Renda

Os ganhos tributáveis ou perdas em Bolsa devem ser informados no Demonstrativo de Renda Variável – Operações Comuns/Day-trade.

O demonstrativo é composto de duas colunas (Operações Comuns e Operações Day-Trade), e de 12 páginas, sendo que cada uma corresponde a um mês do ano-calendário.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Após o preenchimento, o programa automaticamente apura o resultado final.

Caso seja negativo, o programa assume o valor como prejuízo e o transporta para o próximo mês.

Sendo positivo, como as alíquotas já estão informadas no programa (15% para operações comuns e 20% para day-trade), o programa multiplica a base de cálculo pela alíquota e informa o valor do imposto devido.

É muito importante que esse valor calculado pelo programa seja comparado ao valor apurado pelo investidor.

Neste mesmo campo, após gerado o cálculo do IR, o investidor informa o IR que foi pago mensalmente via DARF.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Declarando ganhos de capital (lucros) com venda de Cotas de FIIs

Da mesma maneira que ações, é necessário calcular o lucro com essas vendas de cotas de FIIs e recolher o Imposto de Renda via DARF até o último dia do mês seguinte.

Todas essas informações devem ser inseridas na Declaração Anual, mês a mês, mas em seção própria.

Também é nessa área que são declarados os prejuízos realizados para posterior compensação.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

O Lucro tributável na Venda de Cotas de FIIs possuem alíquota de 20%, é recolhida mensalmente por DARF com o mesmo código de ações, o 6015.

O declarante deve informar à Receita Federal o imposto pago caso já tenha recolhido via DARF.

Apontando o “Dedo Duro” pago no Imposto de Renda

Em caso de o investidor não optar pela compensação do IR “Dedo duro” das operações de ganho de capital já na apuração do ganho líquido, o mesmo poderá apontá-lo no Campo Imposto Pago-Retido.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Para operações comuns e/ou Day Trade, basta conferir o valor conforme abaixo.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Para operações FIIs, basta conferir o valor conforme abaixo.

Imagem do programa de Declaração do Imposto de Renda

Principais dúvidas sobre declaração de ações e investimentos no IR

No início de janeiro de 2020, fizemos um levantamento em nossa página do Facebook a respeito das principais dúvidas que nossos seguidores possuíam a respeito de como declarar investimentos no imposto de renda.

Como esse assunto envolve um certo grau de complexidade, contamos com o auxílio de nossos parceiros da Sevilha Contabilidade –  empresa bastante competente que oferece soluções em contabilidade, departamento pessoal, escrituração fiscal e planejamento tributário para seus clientes – para o desenvolvimento dos referidos esclarecimentos.

Acreditamos que essas indagações se fazem presentes na maioria dos investidores que ainda não possuem experiência nesse dever para com a Receita Federal e, assim sendo, abaixo destacamos as respostas para as perguntas mais significativas observadas no questionário.

Comecei a comprar ações em 2019. Não vendi nada, apenas comprei. Como faço neste caso?

Um dos Itens que torna a pessoa OBRIGADA a declarar o IRPF é ter no ano base, movimentação de compra E/OU venda de ações, o que foi seu caso.

Para declarar no campo de Bens de Direitos da declaração de IRPF dessas ações, reúna todas as notas de corretagem e faça uma média de valores de compra, deduzindo as despesas de corretagem e impostos, de uma MESMA ação.

Exemplo:

01/04/2019 – Compra 100 ações do Banco do Brasil 1.000,00.

05/05/2019 – Compra 100 ações do Banco do Brasil 900,00.

Na declaração de bens, que devemos declarar o saldo em 31/12/2019, o preço médio de compra foi de R$ 950,00 x 200 Ações = R$ 190.000,00.

Informo que esse preço da ação somente será alterado quando houver movimentação de mais compra ou venda dessa ação. Temos casos na Sevilha Contabilidade de declaração com compra de ações de 2008 no valor de 1,00 e por não haver movimentação mantém esse preço.

Qualquer contador pode fazer a declaração, ou precisa ser um profissional específico?

Não existe a necessidade de um contador, mas sim quem uma pessoa que tenha conhecimento técnico em todas as variantes que existem na declaração de ajusta anual do IRPF.

Não é caso, por exemplo, de uma empresa a qual obrigatoriamente tem que indicar o Nome do contador e seu CRC que efetuou as apurações anuais.

Comecei a investir na bolsa no ano passado, comprei algumas ações e fiz alguns daytrades de contratos futuros, mas no mesmo ano eu encerrei todas as minhas posições pois precisei do dinheiro. Devo declarar ou pagar algo ao fisco?

Um dos Itens que torna a pessoa OBRIGADA a declarar o IRPF é ter no ano base, movimentação de compra E/OU venda de ações, o que foi seu caso.

Como funciona a declaração de IR para criptomoedas?

O Bitcoin, para a Receita Federal, é um investimento o qual deverá ser efetuado a apuração de ganho de capital em moeda estrangeira, quando de sua venda, desde que a movimentação tenha sido superior a R$ 35.000,00 no mês calendário.

Mesmo que a movimentação seja inferior aos R$ 35.000,00, deverá ser feito um controle para que seja declarado corretamente na declaração de bens a quantidade de Bitcoins e valor em 31/12 em seu IRPF do ano base.

Tenho conta em corretora nos EUA, tive um lucro no ano passado, mas foi pequeno (menor que 1000,00 dólares). Como eu declaro?

Caso sejam DIVIDENDOS, o ganho deverá ser declarado como CARNE LEAO e sendo JUROS deverá ser apurado GANHO DE CAPITAL EM MOEDA ESTRANGEIRA, e ambos os casos terá que converter o valor recebido no mês em Reais, utilizando o dólar PTAX do dia 15 do mês anterior. Utilize os respectivos programas que a receita federal disponibiliza para essa apuração, pois ele será exportado para sua declaração de bens.

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Conclusão

Obviamente que o processo referenciado neste artigo não é simples, porém entendemos que, tomadas as devidas precauções e seguindo o guia de acordo com que foi relatado, dificilmente o investidor cometerá algum equívoco significativo.

No mais, caso alguma dúvida de maior complexidade seja elencada durante o processo, a decisão de buscar um auxílio profissional competente – como o da Sevilha Contabilidade – é uma boa alternativa.

Seguindo essas recomendações, acreditamos que o processo a respeito de como declarar o Imposto de Renda sobre ações e investimentos na bolsa de valores pode se tornar bem mais truculento do que aparenta ser.

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Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.

85 comentários

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  • helena 12 de julho de 2019

    por favor , compro açoes para minha filha de 10 anos no cpf dela….abri uma conta para ela no banco inter e faço as compras no cpf dela….tem campo na declaraçao para eu colocar essas compras dela ? uma vez, que ela é minha dependente na declaraçao.

    Responder
    • Edson Lopes 19 de outubro de 2019

      Olá Helena, as ações adquiridas para sua dependente devem constar da sua declaração na Ficha Bens e Direitos. No entanto, não existe nessa ficha um campo específico para indicar que trata-se de bens de um dependente, diante disso, pode-se informar no campo ‘Discriminação’, além das demais informações das ações, o nome e CPF da sua filha. Agora, tratando-se do resultado dessa operação (que deverá ser apurado apenas no momento da venda das ações) já existe campo específico, ele deverá ser informado na ‘Ficha Renda Variável’, selecionando o nome e CPF do dependente proprietário da ação, da sua filha no caso. Outra informação importante é que caso haja ganho com essa operação de venda que seja passível de imposto de renda, o DARF deverá ser preenchido com os dados da sua dependente e não com os seus, erro comum…

      Responder
      • Daniel Quadros 30 de maio de 2020

        Nesse caso, a depender do valor e de cada Estado, não deveria ser também pago o ITCMD? Vejo que muitos fazem isso, para criar uma reserva para os filhos no longo prazo. Mas não se caracteriza como doação? Lá na frente não há risco de ter que pagar o ITCMD sobre o valor acumulado, com juros e multa?

        Responder
  • Marcelo 14 de outubro de 2019

    Se eu já pago pelo serviço de uma contabilidade, mesmo assim eu preciso fazer todos esses preenchimentos do IRPF, calcular o preço médio da ação e informar total de dividendos ou a contabilidade necessariamente deveria fazer isso por mim? Se necessariamente ela deveria fazer isso para mim, em se tratando de fundos imobiliários, quando eu obtiver lucro com a cota, ela também deve fazer o lançamento da DARF para mim? Obrigada.

    Responder
    • Suno Research 14 de outubro de 2019

      Depende do que está disposto no contrato com quem faz a sua contabilidade.

      Responder
  • Thiago 24 de outubro de 2019

    Parabéns pelo artigo, muito esclarecedor e bem completo. Entretanto, permaneço com uma dúvida quanto à compensação de prejuízos em vendas de ações.

    Supondo que tenho um prejuízo acumulado (passado) de 1000 reais a compensar, e que neste mês realizei vendas de ações ABAIXO de 20 mil reais, porém em uma operação tive lucro de 500 reais e em outra operação tive prejuízo de 200 reais, gostaria de saber:

    Posso acumular meu prejuízo para 1200 reais a ser compensado futuramente e declarar os 500 reais de lucro como rendimento isento, uma vez que resultou de vendas abaixo de 20 mil no mês?

    Ou o procedimento correto é considerar que tive 300 reais de lucro isento e manter o prejuízo acumulado em 1000 reais para compensação futura?

    Pergunto isso porque no próprio resumo da Receita Federal (pergunta 660, página 263) de 2019, há a informação de que ” […] as perdas incorridas nas operações de renda variável nos mercados à vista, de opções, futuros, a termos e assemelhados, poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos, no próprio mês ou nos meses SUBSEQUENTES[…]”.

    Agradeço antecipadamente pelo esclarecimento.

    Responder
    • Edson Lopes 24 de outubro de 2019

      Olá Thiago, você deve considerar os *ganhos líquidos* auferidos em cada mês. Portanto, considerando seu exemplo, você teve um ganho líquido de R$ 300,00 e continua com R$ 1.000,00 de perdas para compensar com eventuais ganhos subsequentes. Vale ressaltar que o limite de isenção dos R$ 20.000,00 de alienações é apenas para operações no Mercado à Vista, ou seja, alienações nos Mercados de Opção, Futuros, Termo, Fundo Imobiliário não devem ser computados para fins de cálculo desse limite e todo e qualquer ganho nesses Mercados devem ser tributados.

      Responder
  • Jonas 30 de outubro de 2019

    Vocês recomendam o uso de alguma calculadora de imposto de renda?

    Acha-se no Google várias opções. Mas o que me preocupa é a segurança dos nossos dados pessoais. Com o upload das notas de corretagem, fornecemos não só os nossos dados de operações, mas também endereço e o que mais contiver a nota.

    Responder
  • Pedro 31 de outubro de 2019

    Prezada Equipe da Suno, no caso de quem faz os cálculos por conta própria, pergunto se pode dar algum problema perante a Receita se o investidor – querendo eliminar toda a dúvida sobre ter feito as contas certo – fizer uma DARF de um valor maior do que o realmente devido.

    Além disso pergunto também: se o investidor não quiser se preocupar com os cálculos dos abatimentos dos custos e prejuízos (como no meu caso, que foram bem pequenos), pode vir a ter alguma pendência com a Receita por causa disso?

    Eu imagino que a resposta para os dois casos seja negativa, mas como tudo é tão complexo, prefiro confirmar com vocês.

    Obrigado!

    Responder
  • Roberto 1 de novembro de 2019

    Por favor me ajudem nessa duvida, eu comecei day trade no mini índice no final de outubro, dia 30 eu lucrei 47 reais e dia 31 lucrei 192 reais, Totalizando 239 reais de lucro nesses dois dias finais de outubro. Porém no dia 01 de novembro eu tomei um prejuízo de 216 reais, me restando atualmente 23 reais. Agora só para ver se entendi: Se eu parar agora, eu tenho que pagar a darf de 20% do lucro de outubro até o ultimo dia de novembro ,e a darf de 20% sobre os 23 reais desse mês de novembro eu tenho que pagar até o ultimo dia de dezembro? Por favor respondam, creio que minha duvida é também de varias pessoas aqui.

    Responder
    • Suno Research 4 de novembro de 2019

      Até o final de novembro voce deve pagar a darf de outubro. Em novembro você não teve lucro, teve prejuízo, então você não paga nada, inclusive ganha um crédito no valor que você perdeu para descontar do próximo mês que tiver lucro.
      Se alcançar o lucro ainda em novembor, a darf deverá ser paga até o último dia de dezembro.

      Responder
  • Claudia A.C.Bartoli 22 de novembro de 2019

    Bom dia.
    Minha mãe tinha ações da Vale na Caixa Econômica há muitos anos e as resgatei na totalidade em 2017 (Fundo FI – Fundo de ações 6813) . Eu esqueci de declarar essa venda porque como ela é isenta de IRPF há mais de 12 anos eu simplesmente não lembrei desta transação.
    Agora o CPF dela está pendente e preciso acertar o caso. Tenho em mãos apenas o Informe do IRPF da Caixa informando o saldo em 31/12/2016 (que eram os R$5.000,00 da compra), o saldo zerado em 2017 e o Lucro líquido de R$ 35.861,78, tudo na parte de rendimentos sujeitos a tributação exclusiva. Como declaro isso para resolver de vez o caso? Preciso de mais algum documento além desse?
    Fico no aguardo e Muitíssimo Obrigada pela gentileza da ajuda

    Responder
    • Suno Research 25 de novembro de 2019

      Para dúvidas de imposto de renda recomendo que siga a Alice Porto (@contadoradabolsa), muito ativo no instagram e no youtube.

      Responder
  • Eduardo 6 de dezembro de 2019

    Prezada equipe Suno,
    Recentemente me mudei para o exterior, EUA, devo ou nao declarar saida definitiva do pais?
    Pois declarar esta saida muda como farei as proximas declaroes.
    Atualmente possui capitla investido em alguns bancos no Brasil, caso eu declare saida do pais eu tenho que informar aos bancos da minha saida e eles exigiram que eu possua uma CDE – Conta de Domicilio no Exterior, isso pode vir a custar algo em torno R$ 400. Porem se eu nao declarar saida do pais, tenho que declarar meus proventos e rendimentos daqui do exterior e serei Bitribuitado. Qual seria a opcao correta judicialmente falando?

    Att
    Eduardo

    Responder
    • Suno Research 6 de dezembro de 2019

      Boa tarde Eduardo, nesse caso acho que o melhor a fazer seria contatar um advogado. A saída do país é uma questão de relevância onde vale se informar ao máximo dos efeitos que pode ter na sua vida.
      Vale lembrar que você não conseguirá mais investir aqui se sair definitivamente do país.

      Responder
  • Vinicius 6 de dezembro de 2019

    Olá,

    Quanto a declaração de BDRs, é feita igual à uma ação comum, brasileira ?

    Responder
  • Eli José 7 de dezembro de 2019

    Os prejuízos em operações comuns e day trades do presente ano podem ser compensados com os do ano seguinte? Ou são restritos ao mesmo exercício?

    Responder
    • Suno Research 9 de dezembro de 2019

      Podem ser compensados!

      Responder
  • FE 9 de dezembro de 2019

    Como declarar os lucros auferidos na venda da opção de um Follow on de FIIS, como por exemplo HGCR12? Qual valor devo utilizar como valor original? zero?

    Responder
    • Suno Research 11 de dezembro de 2019

      O valor original é 0, consequentemente você paga 20% direto pelo valor total da operação.

      Responder
  • Diego 18 de dezembro de 2019

    E day trade no exterior como faço pra declarar?

    Responder
    • Suno Research 18 de dezembro de 2019

      Boa noite, siga a contadora da bolsa, ou procure se informar com a sua corretora.

      Responder
  • Felipe 28 de dezembro de 2019

    Tive prejuízo em uma operação de day trade no mês de dezembro/2019. Em janeiro, como devo informar à receita sobre esse prejuízo?

    Responder
    • Suno Research 6 de janeiro de 2020

      Declare o prejuízo na declaração anual.
      Para saber mais de IR de investimentos, recomendamos que siga a corretoradabolsa (Alice Porto).

      Responder
  • Daiana Oliveira 14 de janeiro de 2020

    Quando aparece o D (day trade) e o D# (day trade, negócio direto) em algumas compras realizadas do mesmo ativo, no caso 139 ações compradas em DAY Trade e 25 ações compradas tb no mesmo dia do mesmo ativo só que não aparece o D (day trade) e todas executadas com valores diferentes, ou seja, totalizando uma compra de 164 ações no dia.
    No mesmo dia, fiz a venda só que de 136 ações desse mesmo ativo que foram executadas com a obs. D (day trade) com valores diferentes.

    Minha dúvida para saber se tenho que pagar IR ou não, é se tenho que calcular o preço médio de compra somente das ações de day trade ou calcular o preço médio de todas as compras desse ativo, inclusive àquelas que não aparece o D (day trade) e mais as ações desse ativo compradas em operação anterior para então chegar num valor e diminuir das vendas que realizei no mesmo dia em Day Trade???? Eu sei que Day Trade conta com Day Trade, mas me surgiu essa dúvida em relação a totalidade de ações desse ativo, se considero só os ativos comprados no dia em day trade pra calcular o preço médio de compra.

    Responder
  • Bruno 7 de fevereiro de 2020

    Excelente artigo! Obrigado.
    Dúvida: Para os que moram fora do Brasil, porém não fizeram a declaração de saída definitiva do país, e fazem a declaração de IRPF todos os anos corretamente. Como declarar o dinheiro enviado do exterior (já tributado no exterior. Ex: salário) para fins de aportes no Brasil (compra de ações, fFII, etc)?
    Em outras palavras: o dinheiro transferido de uma conta corrente no exterior (que já foi tributado) para a conta no Brasil deve ser declarada? Caso positivo, como? (Caso necessário, por favor considerar na resposta Irlanda).
    Obrigado!

    Responder
  • Pedro 18 de fevereiro de 2020

    Olá, estou com dúvidas em relação a DARF que devo pagar até o último dia útil de fevereiro. Realizei as seguintes operações:
    Vendi em 02/01/2020 R$ 101.163,06 de fundos imobiliários obtendo lucro de R$ 12.615,07;
    Vendi em 21/01/2020 R$ 6.966,43 em ações obtendo lucro de 237,80.
    Na DARF devo pagar somente os R$ 2.523,01 referentes ao lucro das alienações dos fundos imobiliários, ou devo pagar também 15% sobre o lucro da alienação da ação, pois vendi no mês valor superior aos R$ 20.000,00 (R$ 108.129,49), mesmo que apenas R$ 6.966,43 desse valor seja proveniente da venda das ações?

    Responder
  • Fabio 20 de fevereiro de 2020

    Tiago, tudo bem?

    No caso do item “Declarando ganhos isentos (até R$ 20 mil por mês) com ações no Imposto de Renda”, ao invés de selecionar no programa da Receita Federal o item 5 (05 – Ganho de capital na alienação de bem, direito ou conjunto de bens ou direitos da mesma natureza, alienados em um mesmo mês, de valor total de alienação até R$ 20.000,00, para ações alienadas no mercado de balcão, e R$ 35.000,00, nos demais casos) o correto não deveria ser o item 20 (20 – Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em bolsas de valores nas alienações realizadas até R$ 20.000,00 em cada mês, para o conjunto de ações)?

    Muito obrigado pelo artigo e pela ajuda

    Responder
    • Carlos Eduardo 26 de fevereiro de 2020

      Eu ia fazer a mesma pergunta… eu concordo com você e é dessa forma que a Alice Porto ensina no curso on-line. Ela até faz um exercício minemônico: R$ 20.000,00… opção 20!

      Responder
    • Nayton 30 de abril de 2020

      Também entendo que o deva ser no campo 20 ao invés do campo 5. Isso, porque o campo 20 é mais específico do que o campo 5. No campo 20 está escrito “negociadas em bolsas” enquanto no item 5 está escrito “mercado de balcão”.

      Responder
  • Eduardo 29 de fevereiro de 2020

    “Se o contribuinte tinha 200 ações em 2018, vendeu 100 delas em 2019 e terminou o ano com apenas 100, o valor das ações em 31/12/2019 será dado pelo número de papéis remanescentes vezes seu preço na data de aquisição, independentemente de a compra ter acontecido em anos anteriores.”

    Entendi que devo informar o preço de custo (aquisição) da ação, mas e se as 100 ações remanescentes do exemplo tiverem sido adquiridas em 5 compras de 20 ações cada, cada compra com preços diferentes? Qual o preço de aquisição? Média ponderada?

    Responder
  • Ricardo 29 de fevereiro de 2020

    Se eu tiver de pagar IR de acoes, FII e daytrade em um mesmo mes, eu posso fazer ur Darf unico ou preciso fazer um Darf para cada individualmente? Em relacao a compensacao de prejuizo, pose-se com pensar prejuizo de acoes em FII ou vice versa?

    Responder
  • Diego Reis 1 de março de 2020

    Boa noite prezados!!

    Estou com uma dúvida na declaração de prejuízo do ano 2018. Na declaração do ano passado (2018/2019) realizei o lançamento deste prejuízo em Renda Variável – Operações Comuns / Day-Trade -> Mercado Futuro – Índices, no entanto, agora da declaração de 2019/2020 esse prejuízo não veio importado em nenhum campo da declaração.

    Minha dúvida é: Como faço para continuar declarando esse prejuízo de 2018? Pois a área Renda Variável – Operações Comuns / Day-Trade só pode ser usada para operações de 2019. Gostaria de continuar mantendo esse prejuízo na declaração para tentar utilizar em um futuro abatimento caso eu tenha algum ganho em Mercado Futuro – Índices.

    Responder
    • Edson Lopes 1 de março de 2020

      Diego, apenas para o mês de janeiro é disponibilizado o preenchimento do campo “Resultado negativo até o mês anterior” para que seja informado o valor de eventuais perdas acumuladas até o ano-calendário anterior, 2018. Para os demais meses, de Fevereiro em diante, esse campo não estará mais disponível para preenchimento e o valor de eventual prejuízo do mês anterior já será transportado automaticamente pelo programa da DIRPF.

      Responder
  • Ygor Legey Abry da Cunha 2 de março de 2020

    Percebo que ninguém está comentando um detalhe importante, nem mesmo a Corretora da Bolsa, e julgo bastante relevante mencionar pois graças à uma orientação equivocada recebida da Alice, repetida aqui nessa matéria, declarei todas as ações e FIIs que tinha na ficha BENS E DIREITOS, quando na verdade deveria fazê-lo tão somente para o conjunto de ações, quotas ou quinhão de capital, de uma mesma empresa, negociadas ou não em bolsa de valores, e de ouro, ativo financeiro, cujo valor de aquisição seja superior a R$ 1.000,00, do contrário há dispensa em se declarar.

    Responder
    • Patricia 22 de março de 2020

      Bom dia! bem relevante essa informação sim! Mas tenho uma dúvida, você saberia dizer se dividendos derivados de conjunto ações com valor inferior a 1.000,00 (que não declarei na ficha bens e direitos) precisam ser informados?

      Responder
  • Fernando 5 de março de 2020

    Geralmente acabo comprando e vendendo ações. Nos meus extratos no CEI/B3 acusa que minhas vendas nunca passaram dos 20 mil no mês (UFA, não preciso pagar IR). A questão é que não utilizo preço médio na minha planilha de excel e geralmente compro e vendo quantidades diferentes no mesmo mês, logo o meu preço médio em teoria está sempre mudando, mas não tenho controle e nem identifico isso no extrato da B3. A minha dúvida é, caso algum dia eu ultrapasse esses 20 mil mínimos para pagamento de IR, como faria para identificar o preço médio no momento da venda daquele ativo, uma vez que o extrato da B3, ao que me pareceu só demonstra o Preço médio da custódia no fim do mês?
    Com exemplo fica mais fácil:
    1) Comprei 200 BIDI a 15,00.
    2) Vendi 100 BIDI a 16,00.
    3) Comprei 100 BIDI a 14,00
    4) Vendi 100 a 15,50
    5) Comprei 100 a 15,00 denovo.

    Na operação 2 o meu lucro foi de 1,00 (16,00 – 15,00) sob 100 ações, logo teria que pagar 15% de 100 reais caso ultrapassasse 20 mil em outras operações no mês.

    Agora me sobrou 100 BIDI com preço medio (PM) de 15,00. Após a compra de 100 a 14 reais, fiquei com 200 ações com PM de 14,50 reais.

    Na operação 4 vendi 100 a 15,50, lucro de 1 real por ação (15,50-14,50). Logo 100 reais de lucro e 15 reais de IR. Me sobra 100 com PM 14,50

    Na 5, comprei 100 ações a 15,00 totalizando 200 ações com preço médio 14,75.

    A questão é: imagino que no extrato da B3 só vai constar o meu preço médio de 14,75, mas na verdade realizei as operações com Pm de 15,00 (operação 1-2), depois PM de 14,50 (operação 3-4) e depois PM de 14,75 (operação 5).

    O que se faz daí? Sou obrigado a ter o controle do meu preço médio sempre na minha planilha para colocar o lucro certinho na hora de declarar e pagar o IR?

    Responder
  • Fernando 5 de março de 2020

    Quando realizo uma compra / venda no dia aparece o imposto dedo-duro para todas as minhas operações. No artigo tu acusa que no cálculo do lucro deve ser descontado esse imposto (Custos operacionais) da seguinte citação:

    “Lucro Líquido da Operação = Preço de Venda – Preço de Compra – Custos Operacionais ”

    No entanto no caso de mais de uma operação com ativos diferentes, como faço para declarar descontando esse imposto? Por exemplo: Vendi 100 Bidi (a R$ 17,00) e 100 CIEL (a R$ 8,00) no mesmo dia, o imposto total ali acusa 0,26 centavos (hipoteticamente). Quanto utilizarei dos custos operacionais de BIDI e CIEL destes 0,26 cents?

    Responder
  • Felipe Lopes 7 de março de 2020

    Para a declaração de venda de ações isentas de IR (até 20 mil) por que foi instruído a aplicação do Tipo de Rendimento nº 05 (caso se trate de ações alienadas no mercado de balcão) ao invés da opção nº 20 (caso se trate de ações negociadas em bolsas de valores (mercado à vista)?

    Responder
    • JCastro 15 de março de 2020

      Tive a mesma dúvida

      Responder
  • Debora 9 de março de 2020

    Bom dia, por gentileza agradeço se puderem esclarecer uma dúvida, paguei um Darf mensal com valor maior ao que deveria, na declaração anual de imposto de renda eu devo informar o valor certo ou o que paguei na Darf? Me refiro a ficha da Declaração: renda variável> operações comuns day trade>. O imposto pago deve ter o mesmo valor do imposto a pagar?

    Responder
  • Alessandro 13 de março de 2020

    Como faço para declarar os ganhos na venda de Sinqia que foram compradas antes de set de 2019 e a operação foi superior a R$ 20.000,00 no mês?

    Responder
  • Guilherme Rodrigues 21 de março de 2020

    Olá, primeiramente gostaria de parabenizá-los pelo post, foi de grande ajuda.

    Comecei a investir em ações ano passado e me deparei com dúvidas que estão difíceis de serem sanadas.

    É o seguinte: Tirei o extrato das operações realizadas no ano de 2019 no CEI e consta que estou VENDIDO em ações de BIDI4 e BIDI4F.

    O que aconteceu é que comprei, 100 ações BIDI4 e 142 de BIDI4F (antes e após desdobramento de 1 para 6 ações) e posteriormente vendi essas ações. Assim, no extrato do CEI consta que estou vendido em 100 ações de BIDI4 e 120 de BIDI4F. Não entendo por que estou vendido, vendi somente as ações que eu detinha, porém ocorreu essa bagunça devido à mistura dos lotes com as fracionadas e o desdobramento. O mesmo ocorre com minha mãe e as ações de MGLU3 (que também sofreram desdobramento).

    O que devo fazer? Como declarar isso? Como declarar esses desdobramentos? No caso de mercado fracionado eu declaro as ações juntamente com as de lote?

    Responder
  • Elio 22 de março de 2020

    Boa noite! Como funciona a declaração dos FIIS e Renda Fixa de dependente no IR? É necessário?

    Responder
  • Doris 24 de março de 2020

    DIRPF 2020 – NA COMPRA DE DETERMINADA AÇÃO NO ANO DE 2019 COM VALOR MÉDIO SUPERIOR A MESMA AÇÃO COMPRADA EM ANOS ANTERIORES, COMO CALCULAR O NOVO VALOR MÉDIO PARA INCLUIR NA DECLARAÇÃO DE BENS E DIREITOS ATUAL?
    EX: 1.117 ações “X” adquiridas ao preço médio de R$ 19,50 (até 2017); mais 1.000 ações “X” adquiridas ao preço médio de R$ 25,83 (em 2018); mais 5.500 ações “X” adquiridas ao preço médio de R$ 27,79 (em 2019).
    Qual o preço médio que devo declarar na DIRPF atual?

    Responder
  • Miler 24 de março de 2020

    Tem algum material sobre como declarar BDR não patrocinadas ? Pq só vi os vídeos do amparo pra investimentos diretos no exterior e não BDR ! Podem me ajudar ?

    Responder
  • Marcelino Teodoro de Assiz 26 de março de 2020

    Sou novo no mercado financeiro e não estou entendendo a questão do recolhimento do imposto de renda. Afinal, se o meu lucro auferido no mês é inferior ou igual a R$ 20.000,00 estou isento e não preciso recolher o Imposto via Darf até o final do mês seguinte, correto?

    Responder
  • Denise Lara 26 de março de 2020

    Vendi sqia3 com lucro acima de 20 mil. Entretanto, a época ela tinha um programa de isenção. Não recolhi Darf. Como lançar no IRPF?

    Responder
  • Jader Medeiros 29 de março de 2020

    Olá, tenho uma dúvida: no prejuízo a compensar, no daytrade, eu incluo os emolumentos e as taxas ou só o valor limpo?
    Exemplo: a operação deu preju de R$ 100,00 e as taxas e emolumentos foram R$ 5,00. O valor que subtraio do lucro do mês seguinte é R$ 100 ou R$ 105?
    Obrigado

    Responder
  • Guilherme 30 de março de 2020

    Tiago, uma dúvida, como declarar subscrição realizada ao qual aumentou o numero de ações?
    Grato

    Responder
  • Mayra 8 de abril de 2020

    Olá! Recolhi uma Darf (6015) a maior. Quais são os passos para solicitar restituição? Pelo que pesquisei, preciso solicitar o pedido pelo PERDCOMP, mas tenho algumas dúvidas: Preciso fazer a retificação do valor em algum programa ou plataforma? Posso solicitar a restituição pelo PERDCOMP web?

    Obrigada!

    Responder
  • Danilo Lima 9 de abril de 2020

    Boa tarde! Tenho um duvida quanto a declaração do imposto de renda para o titulo público (Tesouro direto). Ano passado fiz o processo de venda de um titulo e logo teve dedução de imposto de renda. Nesse caso, como eu faço para inserir essa informação na declaração anual desse ano e qual o caminho?

    Fico no aguardo de Resposta.

    Responder
  • Paulo 11 de abril de 2020

    Parabéns pelo senso apurado e consciente de que há pessoas – como eu – com muito pouco conhecimento sobre as questões burocráticas que envolvem o “mundo” dos investimentos e, assim, generosamente, dividir seus conhecimentos e aprendizados. Desejo sucesso à Suno Research! Muito obrigado.

    Responder
  • Evandro 13 de abril de 2020

    Bom conteúdo!

    Eu ainda tenho duas dúvidas que pra mim ainda estão sem respostas claras:

    1) Ao declarar a aquisição de uma ação na área de Bens e Direitos, tem um campo específico para o CNPJ. Eu não encontrei em nenhum lugar se esse CNPJ trata-se de: (a) CNPJ da corretora que faz a custódia do investimento (b) CNPJ do banco escriturador da ação ou (c) CNPJ da própria empresa representada pela ação. Isso se torna ainda mais complicado porque no campo discriminação é sugerido que eu coloque o CNPJ da ação! Será que tenho que informar a mesma informação 2 vezes? Sendo assim, parece que não faz sentido ser o CNPJ da própria ação! Sei lá, é uma dúvida que eu não consegui entender ainda.

    A dúvida é a mesma (CNPJ de quem colocar) para a declaração dos valores isentos e não tributados oriundos da ação. CNPJ da fonte pagadora é a empresa/ação ou a corretora?

    2) Considerando que eu venda menos do que R$ 20 mil em ações (operações comuns) em um determinado mês, o lucro do mês deverá ser declarado na parte de Isentos/Não Tributados da declaração de IR. Porém, onde deve ser declarado o valor do Imposto de Renda Retido na Fonte de 0,05% dessa operação (o famoso dedo duro que foi descontado na venda)?

    Devo/posso especificamente declarar esse valor de IRRF no mês correspondente da área de Renda Variável na declaração de IR? Pelo que entendi, eu deveria declarar lá apenas prejuízos ou vendas maiores de R$ 20 mil onde houve lucro. Mas nada se fala sobre o dedo-duro descontado de um valor de venda menor que R$ 20 mil no mês.

    Agradeço se puderem me esclarecer esses itens.

    Muito obrigado!

    Evandro

    Responder
    • Marcos 20 de junho de 2020

      Conseguiu a resposta da dúvida 1) 🙁

      Responder
  • Gabriel 15 de abril de 2020

    Tenho uma dúvida. Eu era dependente do meu pai. Ele me deu uma quantia e comprei ações, não trabalhei em 2019. Posso entrar na declaração dele novamente como dependente?

    Responder
  • fabioflrio 20 de abril de 2020

    Tenho uma dúvida de como declarar uma ação ABC no Imposto de Renda, em “Bens e Direitos”. Vou exemplificar com números redondos:

    Compra de 100 ações a R$ 10,00 em out/2017 (R$ 1.000,00)

    Compra de 100 ações a R$ 10,00 em abr/2019 (R$ 1.000,00)

    Compra de 100 ações a R$ 10,00 em mai/2019 (R$ 1.000,00)

    Venda das 300 ações em ago/2019 (R$ 3.000,00)

    Como as ações de 2019 não “romperam o ano”, acho que ficaria em “Bens e Direitos, assim:

    Situação em 31/12/2018: 1.000,00 Situação em 31/12/2019 0,00

    Porém, na descrição, qual seria o correto?

    AÇÃO ABC. QUANTIDADE DE ACOES: 100 (PRECO MEDIO DE AQUISICAO: R$ 10,00).

    OU

    AÇÃO ABC. QUANTIDADE DE ACOES: 300 (PRECO MEDIO DE AQUISICAO: R$ 10,00).

    Responder
  • paulo pereira leite 21 de abril de 2020

    bom dia gostaria de saber se o imposto dedo duro recolhido se eu tenho que colocar em todos os meses que eu envisto ou so acima dos vinte mil em renda variavel

    Responder
    • Gustavo 4 de maio de 2020

      Só para vendas acima de 20 mil.

      Responder
  • Gustavo 4 de maio de 2020

    Olá! No ano base de 2019 a BBSE3 pagou “dividendos” e “rendimentos”. No Guia acima só há exemplos de “dividendos” e “JCP” para realizar a declaração de proventos oriundos de ações. No entanto, gostaria de saber como declaro os “rendimentos” pagos por BBSE3 em 2019. Obrigado.

    Responder
  • Sergio Carvalho 5 de maio de 2020

    Boa noite; excelente artigo.
    Apreciaria orientação dos senhores quanto ao seguinte: tenho ações do grupo Bradesco desde o ano de 2002 e venho recebendo bonificações durante quase todos estes anos. Acontece que nunca ajustei o valor destes bens na coluna do anos vigentes, apenas no texto da discriminação, mantendo o valor o mesmo desde 2002.
    Há algum mecanismo legal perante a Fazenda para eu fazer a atualização do valor do bem, incluindo todas os valores das bonificações recebidas.
    Agradeço pela atenção, Sergio

    Responder
  • Devah 5 de maio de 2020

    Olá!

    Já consegui no CEI as ações compradas no período e preço médio.
    Ficaram ainda duas pendências?
    – Não recebi a “carta” com rendimentos de todas as empresas para declaração do IRPF. Há algum lugar onde possa baixar isso?
    – Utilizei mais de uma corretora para comprar ações. Faço 2 lançamentos?

    Responder
  • Sergio Carvalho 6 de maio de 2020

    Boa tarde; excelente artigo; claro e detalhado.
    Apreciaria orientação dos senhores quanto ao seguinte: tenho ações do grupo Bradesco desde o ano de 2002 e venho recebendo bonificações durante quase todos estes anos. Acontece que nunca ajustei o valor destes bens na coluna de Bens dos anos passados, apenas tendo citado Boa noite; excelente artigo.
    Apreciaria orientação dos senhores quanto ao seguinte: tenho ações do grupo Bradesco desde o ano de 2002 e venho recebendo bonificações durante quase todos estes anos. Acontece que nunca atualizei na ficha de Bens, o valor destas bonificações na coluna de Situação do anos correntes, apenas tendo descrito as respectivas bonificações no texto de discriminação. Acontece que desde 2002, o valor de aquisição deste bem tem sido mantido e pois, completamente desatualizado
    A pergunta que faço é a seguinte: há algum mecanismo legal perante a Fazenda para eu fazer a atualização do valor do bem em 2020/19, incluindo todas os valores das bonificações recebidas?.
    Agradeço pela atenção, Sergio

    Responder
  • Emanuel 16 de maio de 2020

    Boa noite equipe Suno!

    Hoje tenho minha conta pela XP e tive alguns problemas com plataformas em operações (e nesse caso eu tive um ressarcimento de prejuízo). Como faço para declarar esse crédito já que tive prejuízo na operação mas recebi o valor de volta?

    Responder
  • REGINA NEUMANN 25 de maio de 2020

    Primeiramente Parabéns pela forma didática apresentada no artigo.
    Minha sugestão: Fale sobre como declarar os planos de previdência privada, haja vista, que o brasileiro precisará pensar ainda mais no futuro.
    PGBL e VGBL.

    Grande abraço.

    Responder
    • Suno Research 26 de maio de 2020

      Obrigado pela sugestão, Regina!

      Responder
  • tiago 27 de maio de 2020

    Ações compradas e vendidas não devem aparecer no campo bens e direitos, certo?

    apenas informar nos campos específicos se houve lucro ou prejuízo, ok?

    Responder
  • Douglas 30 de maio de 2020

    Muito bom o o material, bem esclarecedor, só faltou como declarar os valores recebidos das ações alugadas pra ficar completo.

    Responder
  • Lucas 1 de junho de 2020

    Boa tarde.
    Parabéns pela matéria, tirou muitas dúvidas.
    Apenas uma situação ainda não ficou muito clara pra mim. Tenho minha carteira de FIIs e resolvi fazer uma mudança nos meus ativos, vou vender alguns e incluir novos, por exemplo: tenho o fundo A que estou com lucro no valor da cota de R$ 30,00 e tenho o fundo B que estou com um prejuízo de R$ 50,00, se eu vender os 2 fundos A e B agora no mesmo mês, eu já posso compensar o prejuízo do fundo B e não emitir e recolher a DARF do lucro da venda do fundo A, ou é necessário que eu recolha a DARF do fundo A agora e só faça a compensação do prejuízo na hora da declaração anual do imposto de renda em 2021?

    Responder
  • Daiana Oliveira 11 de junho de 2020

    Gostaria de saber na aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, qual a diferença entre o item 05: Ganhos de Capital na alienação de bens…até 20mil (no meu caso ações) e o item 20: Ganhos Líquidos em Operações no Mercado à vista de ações…até 20mil???

    Essa parte não entendi como declarar, em que parte eu declaro o total de vendas de ações abaixo de 20mil e onde eu declaro o lucro obtido das vendas das ações abaixo de 20mil, se seria no Ganho de Capital ou no Ganhos líquidos???

    Responder
  • Mauricio Meirelles 14 de junho de 2020

    Por favor, em 2019 teve o fechamento de capital da eletropaulo. Tive lucro na operação. Pelo o que entendi, devo pagar 15% de imposto sobre este lucro através do DARF. Pergunto : Como e onde declaro o valor que recebi na minha conta em virtude deste fechamento de capital ?

    Responder
  • Olivio 25 de junho de 2020

    Obrigado. O uso das telas do programa do IRPF ajudaram muito.

    Responder
  • José Airton 27 de junho de 2020

    Boa noite,

    Em 2019 a multiplus fechou capital.
    Fiquei com algumas ações e posteriormente a empresa devolveu compulsoriamente o valor na cotação que haviam publicado.
    Então não foi uma venda e não considerei para fins dos 20k isentos de irpf, sendo que vendi outras ações até os 20k.
    Também, nessa devolução tive prejuízo, pois o valor devolvido foi menor do que o meu preço médio.
    Minha dúvida: onde lanço esses valores, tanto o recebido quanto o prejuízo.
    Obrigado.

    Responder
    • Bruno 30 de junho de 2020

      Agora amigão?

      Responder
  • Rafael 1 de julho de 2020

    Tive um lucro nas operações de vendas de FII no mês de Maio e Prejuízo nas operações de FII vendas de Junho. Posso não pagar o IR de Maio e compensar com o Prejuízo de Junho ?

    Responder
  • Luigi Henrique Chiattoni Fetter 3 de julho de 2020

    A venda de cotas de ETFS como o IVVB11 segue as mesmas regras das ações comuns? Ou seja, se a venda for igual ou menor que 20 mil ao mês não é necessário fazer DARF e pagar imposto no mês subsequente ou há outra regra como os Fiis?

    Responder
    • Suno Research 3 de julho de 2020

      Boa tarde
      Seguem sim.
      Atenciosamente, Equipe Suno.

      Responder
  • Terci 20 de julho de 2020

    Prezado Fernando ou quem me ajudar nessa questão.
    A IN RFB n° 1025, de 05/04/2010, dispõe no Art. 48. “São isentos do imposto sobre a renda os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações efetuadas:
    I – com ações, no mercado à vista de bolsas de valores ou mercado de balcão, se o total das alienações desse ativo, realizadas no mês, não exceder a R$ 20.000, 00 (vinte mil reais);
    II – com ouro, ativo financeiro, se o total das alienações desse ativo, realizadas no mês, não exceder a R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

    A Lei n° 11.033, de 21/12/2004, dispõe em seu Art. 3º. “Ficam isentos do imposto de renda:
    I – os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações no mercado à vista de ações nas bolsas de valores e em operações com ouro ativo financeiro cujo valor das alienações, realizadas em cada mês, seja igual ou inferior a R$ 20.000,00 (vinte mil reais), para o conjunto de ações e para o ouro ativo financeiro respectivamente;”

    A IN RFB n° n° de 1.585, de 31/08/2015, no Art. 59. São isentos do imposto sobre a renda os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações efetuadas:
    I – com ações, no mercado à vista de bolsas de valores ou mercado de balcão, se o total das alienações desse ativo, realizadas no mês, não exceder a R$ 20.000, 00 (vinte mil reais);
    II – com ouro, ativo financeiro, se o total das alienações desse ativo, realizadas no mês, não exceder a R$ 20.000,00 (vinte mil reais);
    Operação Day Trade é mercado a vista assim como Swing Trade, porém tem tributações sobre o lucro distintas, de 20% e 15%, respetivamente, e retenção na fonte também distintas, de 1% e 0,005% respectivamente.
    Diante do acima exposto, pergunto: se no mesmo dia eu fizer uma operação DT de R$ 11.000,00 com prejuízo e uma venda ST de R$ 10.000,00 com lucro, com ações de uma mesma empresa, da mesma espécie, perfazendo R$ 21.000,00, perco o beneficio da isenção dos dispositvos acima? Mesmo que na DIRPF terei que lançar os prejuízos e lucros em campos distintos, porque são distintos em tributação ainda que iguais-mercado à vista?
    A Legislação é dúbia para mim. Só saberei caso caia em malha fina ou pela experiência de alguém.
    Assim sendo, poderia me ajudar, gentilmente, nesse meu imbróglio?
    Ficaria imensamente agradecida.

    Responder
  • Ivo 30 de julho de 2020

    Parabéns pelo artigo e pela qualidade das informações nele contidas.

    Responder
  • Breno Ribeiro 27 de agosto de 2020

    Eu sou brasileiro e atualmente eu moro em Singapura. Estou comprando ações todos os meses no brasil. Pois sair do brasil a ultima vez que eu declarei imposto eu dei saída definitiva do pais. agora que vou declarar novamente, como funciona? vou ter problemas com isso?

    Responder
    • Suno Research 27 de agosto de 2020

      Olá, Breno! Tudo certo?
      Por se tratar de um tema muito específico, sugerimos que procure um contador para sanar suas dúvidas.
      Atenciosamente, Equipe Suno.

      Responder
  • claudio 27 de agosto de 2020

    Como declarar darf?

    Responder
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