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Renda Fixa: uma preferência dentre a maioria dos iniciantes no mercado

By 24 de novembro de 2017 No Comments
Renda Fixa é uma preferência dentre os investidores

Dentre os mais variados tipos de investimentos presentes no mercado de investimentos no Brasil e no mundo, as aplicações em Renda Fixa são, sem dúvidas, uma das mais lembradas perante grande parte das pessoas.

A característica primordial desse tipo de aplicação de renda Fixa se faz no fato de a maioria dos seus ativos apresentarem a peculiaridade de “informar”, de maneira premeditada, qual será a rentabilidade daquela aplicação ao final de seu ciclo, que geralmente é estabelecido de maneira antecipada.

Investir em Renda Fixa

Quando um investidor adquire um instrumento de Renda Fixa, ou seja, quando se aplica, de fato, o capital em ativos dessa categoria, essa pessoa está, na verdade, emprestando o seu capital ao emissor desse título.

Normalmente, esse emissor, na grande maioria das vezes, pode ser o Governo ou empresas provadas.

Ainda, a Renda Fixa é um investimento que possui, como já mencionado, a sua remuneração paga em intervalos e condições pré-definidas, sendo considerados, por conta disso, veículos bastante seguros de multiplicação de capital.

Tipos de Renda Fixa

Existem diversos e variados tipos de ativos nessa categoria de investimentos.

Entretanto, como em qualquer outro âmbito, existem aqueles instrumentos que mais se destacam.

  • Títulos do Tesouro Direto: ao comprar um Título dessa natureza, o investidor está, automaticamente, emprestando o seu dinheiro para o Governo Federal e, por conta disso, são considerados um dos ativos mais seguros presentes em nosso mercado financeiro nacional, afinal de contas, se o Governo não honrar seus compromissos, quem mais, no país, conseguirá fazê-lo?
  • Debêntures: bastante comum para quem acompanha o mercado de ações, as debêntures são títulos que as empresas emitem para captar recursos para executar suas mais diversas estratégias as quais tenham interesse. Normalmente, esses ativos, apesar de possuírem garantias, apresentam riscos maiores que os presentes no Títulos do Governo por motivos bastante explícitos e, por isso, espera-se, deles, um retorno maior que os Títulos Públicos.
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário): São títulos emitidos pelas instituições financeiras, ou seja, os bancos. Através dos CDB’s, os bancos também captam recursos para realizar suas mais diversas operações. Esses podem ser, ainda, negociados a partir de uma taxa fixa de juros, ou uma taxa atrelada a outro índice econômico, como inflação ou a Taxa Selic, por exemplo.

Considerações

Ficou possível entender, com os comentários acima, que os investimentos em Renda Fixa são compras de dívidas, ou seja, na verdade, o investidor, ao se aplicar em ativos com essas características, adquire o instrumento financeiro e passo, com isso, a ser um credor daquela instituição emissora.

Conclusão

Obviamente que existem diversos outros tipos de ativos que podem ser enquadrados nessa categoria de aplicação financeira, entretanto, os acima mencionados carregam consigo o peso de serem os de maior representatividade em suas devidas representações.

Nunca é demais salientar que, para um investidor focado no longo prazo, quanto maior o sem comprometimento em aprender e sanar o maior número possível de dúvidas a respeito destes mais variados ativos presentes nas estruturas de Renda Fixa, maiores serão, sem dúvidas, as dimensões de suas rentabilidades financeiras ao longo do tempo e, por consequência, o seu sucesso no mercado financeiro.

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Tiago Reis

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.