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    Fiikipedia: O preço da diversificação

    Fiikipedia: O preço da diversificação

    Antes de começarmos o Fiikipedia dessa semana, gostaria de te convidar a participar do #SunoResponde dessa semana.

    Vamos falar com o Felipe Guarnieri, pós-graduado pela Dom Cabral, tendo atuado como executivo de Finanças e Marketing em multinacionais como Telefônica e Serasa Experian. Investe no mercado de FIIs desde 2009, e é membro do comitê de quotistas do BCFund e do GRIFI.

    Vamos falar sobre a situação atual do BRCR11, um dos mais importantes fundos imobiliários do Brasil.

    Além disso, temos Relatórios e Radares que são publicados semanalmente, trazendo destaques dos principais FIIs negociados no mercado brasileiro.

    O preço da diversificação

    Foi publicada, há poucos dias, na Revista Exame, uma matéria sobre “Onde Investir em 2018” e, claro, um artigo específico sobre “Imóveis”.

    A estratégia apontada por uma das maiores gestoras de imóveis do país (HSI – Hemisfério Sul Investimentos) está em linha com que temos discutido na Suno Research já há algum tempo.

    O momento agora é de cautela e é importante focar em ativos em que, mesmo que algumas das premissas projetadas para 2018 falhem, o ativo tenha resiliência suficiente para suportar o novo ciclo que se aproxima.

    Nesse sentido, a diversificação seletiva é o nome do jogo. E isto tem um preço, claro. Além disso, exigirá do investidor consciente um pouco mais diligência em suas escolhas, em busca de ativos.

    Conforme falamos na última Live, sobre Neurociência, o nosso cérebro é movido por construção de padrões e recompensas.

    Os preços dos ativos, no mercado real, não caíram. Pelo contrário, alguns deles subiram bastante, especialmente em função da redução da taxa de juros (taxa de desconto), fazendo com que ativos reais tenham maior atratividade.

    No entanto, os fundamentos da economia estão em “marcha lenta”.

    A esta altura, a margem de segurança “foi para o vinagre”.

    E agora só nos resta uma postura mais cautelosa e seletiva mesmo. Não há muito o que fazer, sobretudo porque somos “compradores compulsivos”.

    A receita de bolo é relativamente simples: investidores devem buscar se desenvolver em função do mercado a fim de ter sensibilidade suficiente para que as escolhas fiquem cada vez mais alinhadas à realidade do mercado.

    Longe de achar que temos de ter bola de cristal, mas construir premissas e buscar validá-las é um exercício importante de ser realizado com frequência, justamente para que nosso cérebro construa determinados padrões.

    Vejamos alguns exemplos que podem ser levados em consideração, com base nas informações que temos disponíveis hoje:

    • Contratos mais fortes (e longos) com baixo risco de crédito.
    • Shoppings com nível de maturação adequada e capacidade de expansão.
    • Escritórios com vacância controlada e recolocação ágil.
    • Galpões Logísticos que podem se beneficiar com a evolução maciça do comércio eletrônico.
    • Recebíveis com taxas generosas

    Enfim, sempre há um caminho!!

    A diversificação, nessas horas, funciona muito bem, trazendo ao investidor “comum” chances de alocações eficientes e que devem, de alguma forma, se mostrar acertadas para o longo prazo.

    Tenho comigo que a diversificação deve ser usada para maximizar resultados, e não como refúgio.

    O preço que se paga pela diversificação pode sair do seu bolso ou, simplesmente, da sua mente: basta um pouco de dedicação.

    Como tudo na vida, diversificar seletivamente envolve estudo e determinação de cada um. Não há atalhos.

    Participe ao vivo das nossas Lives para que possamos esclarecer, ainda, sobre vários outros pontos e, nesse sentido, fazer com que suas escolhas fiquem cada vez mais maduras e serenas.

    Educação e conhecimento acima de tudo. Sempre!

    Espero por você!

    Antes de começarmos o Fiikipedia dessa semana, gostaria de te convidar a participar do #SunoResponde dessa semana.

    Vamos falar com o Felipe Guarnieri, pós-graduado pela Dom Cabral, tendo atuado como executivo de Finanças e Marketing em multinacionais como Telefônica e Serasa Experian. Investe no mercado de FIIs desde 2009, e é membro do comitê de quotistas do BCFund e do GRIFI.

    Vamos falar sobre a situação atual do BRCR11, um dos mais importantes fundos imobiliários do Brasil.

    Além disso, temos Relatórios e Radares que são publicados semanalmente, trazendo destaques dos principais FIIs negociados no mercado brasileiro.

    Marcos Baroni
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    1 comentário

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    • Jader Barros 27 de maio de 2020

      Baronia falando um pouco sobre diversificação. Fundamental para maximizar resultados e diluir riscos.

      Pelo que foi falado no artigo, é importante ter diversificação de segmentos e tipos de FII para ter uma carteira bem diversificada e exposta as diferentes opções do mercado.

      Uma coisa legal que vi no artigo, foi sobre a HSI, gestora atual de um dos fundos que tenho no portfólio o HSML11, que é uma grande gestora e que agr está no mercado de FIIs.

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