como investir no exterior
Por: Tiago Reis

Como investir no Exterior? Entenda como investir em ativos internacionais

Fazer investimentos em ativos de fora do país pode ser uma ótima opção para diversificar sua carteira e encontrar mais alternativas de rentabilidade. Antes de fazer este tipo de operação, no entanto, é necessário ter algumas noções básicas sobre como investir no Exterior.

O investimento deve ser realizado de forma legalizada e minimamente segura. Logo, para aprender como como investir no exterior, o interessado precisa conhecer todos os produtos disponíveis e entender como funciona a legislação para esse tipo de investimento.

Por que investir no Exterior?

Apesar de o mercado financeiro brasileiro oferecer várias alternativas, investir fora do Brasil é uma possibilidade interessante.

Algumas vantagens de investir fora do Brasil são:

  • Valorização e proteção cambial de outras moedas em relação ao real;
  • Exposição a mais possibilidades de negócios e investimentos diferentes;
  • Carteira mais diversificada, não colocando todos os recursos no mesmo investimento;
  • Proteção do patrimônio, pois quanto maior a diversificação da carteira de investimentos, menores os riscos;
  • Investir em países com moeda forte e mercado financeiro aquecido.
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Como investir no Exterior?

Investir no exterior, do Brasil, é possível de diversas formas diferentes — seja em ativos financeiros ou em outras formas de investimento.

Entretanto, se o investimento for direto em ativos negociados em mercados internacionais, certas informações deverão ser prestadas à Receita Federal. Há uma documentação que deve ser enviada ao Banco Central.

Estes documentos são comprovantes oficiais e certificados que precisam ser preenchidos e encaminhados aos órgãos competentes.

Por outro lado, investimentos no Exterior também precisam seguir legislação de outros países.

Vamos ver algumas formas de investir no Exterior:

1. Fundos de Investimentos no Exterior

Investir em Fundos de Investimentos no Exterior, ou seja, em fundos que possuem em sua carteira ativos de fora do país também é outra forma de se investir em ativos de fora do país. evita obrigações com o Banco Central ou o Imposto de Renda;

A gestora e investimentos adquirem ativos para o fundo, responsabilizando-se pela burocracia e a gestão da carteira. Tal processo propicia mais comodidade e menor custo — já que os investidores, por sua vez, apenas compram cotas desse fundo.

Tudo é legalizado, devido ao fato de que os fundos no Exterior são obrigados, pela Comissão de Valores Mobiliários, a incluir a observação “investimento no Exterior” em cada título de ativo. Porém, devido as cobranças, é preciso ter cuidado ao avaliar os fundos investidos, já que as taxas de administração, que podem ser altas, e as restrições.

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2. Exchange Traded Funds (ETFs) de ações internacionais

Os Exchange Traded Funds são produtos negociados na bolsa que reúnem um conjunto de ações em um mesmo ativo. Com ele, é possível comprar cotas de fundos como se fossem ações. O processo se dá à semelhança da negociação com os fundos imobiliários;

Nesse caso, os ETFs possuem uma gestão passiva, seguindo a distribuição de carteira de um respectivo índice.

Na Bolsa de Valores do Brasil, existem dois tipos de ETFs para investimento em ações no exterior: iShares S&P 500 (IVVB11) e it Now S&P 500 (SPXI11). Estes reproduzem os índices de ações S&P 500, que apresentam as 500 maiores empresas listadas na Bolsa dos Estados Unidos;

Quanto ao custo, investir em um ETF tem o mesmo custo de comprar uma ação ou fundo imobiliário, considerando na contagem a taxa de corretagem da corretora;

Entretanto, para investir nestes ETFs, é necessário ser investidor qualificado (ter mais de 1 milhão de reais em ativos ou um serviço de gestão de carteiras).

3. Conta em bancos ou corretoras no Exterior

Abrir uma conta em um corretora de valores ou uma instituição financeira habilitada para investir em ativos é a forma mais comum e direita para se investir no Exterior. Ou seja, basta abrir uma conta em um banco ou uma corretora de valores que tenha sede em outros países nos quais se queira investir.

Então, faz-se transferências para estas sedes com os valores aplicados e os encargos;

Investidores que aplicam mais de 100 mil dólares no Exterior devem comunicar o Banco Central, anualmente, sobre seus rendimentos. Valores inferiores precisam ser declarados à Receita Federal, para o pagamento de impostos.

Investir no Exterior apresenta várias possibilidades e altas rentabilidades. Para saber mais sobre essa modalidade de investimentos, conte com a Suno: temos uma equipe altamente qualificada para orientar todos os seus passos. Aproveite e baixe, gratuitamente, nosso e-book “Investindo no Exterior” para saber tudo sobre como investir no exterior.

 

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.

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