Por: Tiago Reis

O que é a taxa CDI? Saiba como ela influencia seus investimentos

Muitas vezes, ao fazer aplicações em renda fixa ou em fundos de investimento, o investidor se depara com uma ampla gama de siglas, definições e padrões existentes no mercado financeiro e de capitais. Dentro desse cenário, o CDI tem uma presença marcante.

Normalmente, a rentabilidade de alguns produtos como CDB, LCI, LCA ou Letra de Câmbio, está atrelada a um percentual da taxa CDI. Portanto, é muito importante que as pessoas saibam o que é CDI e como essa taxa é usada como referencial outros produtos

O que é o CDI?

O CDI é, por sua definição, a abreviação de Certificados de Depósitos Interbancários. Esses depósitos interbancários são títulos de emissão das instituições financeiras lançados com o intuito de lastrear as operações no mercado interbancário.

Esses títulos, portanto, funcionam como um empréstimos de curtíssimo prazo realizado entre as instituições financeiras, com o objetivo de sanarem seus caixas.

Portanto, o CDI é usado pelos bancos como uma forma de equilibrar todo o sistema bancário.  Através dele uma instituição com caixa positivo pode ajudar uma instituição com caixa negativo, permitindo que ela também feche o dia com saldo positivo.

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Dessa forma, pode-se dizer que o CDI possui as mesmas características de um título comum, como, por exemplo, o CDB.

No entanto, existe uma diferença crucial entre eles: a negociação do CDI é feita apenas de banco para banco, no chamado mercado interbancário. É nesse mercado interbancário que as instituições financeiras negociam entre elas qualquer tipo de instrumento financeiro.

Como os bancos conseguem emprestar dinheiro no mercado interbancário com baixíssimo risco, as taxas praticadas no CDI passaram a balizar todo o mercado de crédito e também o próprio mercado financeiro.

Nesse cenário, é bastante comum encontrar no mercado financeiro produtos que têm seu rendimento expresso como um percentual do CDI.  Aplicações em alguns bancos digitais, por exemplo, podem render diariamente 100% do CDI.

No entanto,  vale destacar que o  termo correto para falar da rentabilidade dos Certificados de Depósito Interbancário é taxa DI ou taxa de Depósitos Interbancários e não taxa CDI como muitas pessoas pensam. Contudo, as duas maneiras são aceitas pelo mercado financeiro.

Cada instituição financeira define, como achar melhor, o quanto vai cobrar pelo CDI. Já a taxa DI é um média das operações de CDI realizados durante um dia. Essa taxa é calculada todos os dias pela CETIP.

Como funciona o CDI?

CDI

Como falado anteriormente, o CDI é uma modalidade de empréstimo realizado entre bancos com o intuito de manter manter positivo o saldo diário entre depósitos e saques.  O Título funciona como uma promessa de o banco devedor pagará o banco onde comprou o título.

Basicamente, funciona assim: o Banco Central do Brasil tem uma regra que estipula que os bancos precisam fechar o dia com saldo positivo. Contudo, em alguns dias o montante sacado pode ser superior ao esperado e ultrapassar o total depositado.

Quando isso não acontece, normalmente essas instituições pegam dinheiro emprestado de outros bancos que estão, naquele momento, com seu saldo positivo para, assim, manter o seu caixa em ordem.

Esse sistema gera uma fluidez ao mercado financeiro, pois quem teve depósitos a mais em um dia pode cobrir com seus recursos as instituições financeiras que tiveram saques excessivos no mesmo dia.

Isso garante que os bancos possam sempre ter dinheiro suficiente para cumprir os compromissos, protegendo, assim seus correntistas e a própria instituição. Além de ajudar os bancos com dificuldades, os empréstimos também facilitam o acesso ao capital necessário para as mais diversas operações financeiras.

Toda essa operação ocorre no chamado Open Market, um mercado restrito às instituições bancárias. Além disso,  os empréstimos são tomados à noite via operações overnight.

Infográfico CDI

Open Market

O Open Market é um tipo de mercado secundário, no qual os instrumentos financeiros são negociados. O Open Market é exclusivo para instituições financeiras. Isso inclui: bancos, corretoras e distribuidoras.

No Open Market ocorrem as trocas de recursos bancários, lastreados apenas em títulos federais. É através dessas negociações que se forma o juro básico da economia, o percentual da taxa Selic.

Os bancos usam esse mercado, via operação Overnight para compor diariamente o seu caixa, de acordo com o necessário. Portanto, é nele que corre o CDI.

É justamente a taxa média desses Certificados que se tornou parâmetro para o custo do dinheiro em todos as modalidades de empréstimo. Nesse cenário, o CDI é muito utilizado como um benchmark de aplicações financeiras, principalmente as de renda fixa de características pós-fixadas.

Dessa forma, é muito importante que um investidor domine, de antemão, os principais conceitos desse mecanismo bastante relevante no mercado financeiro e também em toda a economia do país. Todos os dias a taxa DI é calculada e divulgada e pela CETIP.

CETIP

A CETIP, sigla para Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos, é a maior responsável pela integração do mercado financeiro.

A companhia de capital aberto oferta vários serviços cujos objetivos são integralizar o mercado financeiro. Suas responsabilidades formalizam e institucionalizam as atividades de custódia de diversos ativos do ambiente financeiro.

Todas as atividades da central, são naturalmente reguladas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e fiscalizados pelo Bacen. Entre as funções exercidas pela CETIP estão:

  • Oferecer às instituições financeiras serviços de registro;
  • Estabelecer uma central depositária;
  • Negociar e liquidar ativos e títulos.

As funções depositárias da CETIP envolvem mais de 15 mil agentes do mercado financeiro, incluindo importantes bancos, corretoras de valores, empresas de leasing, financeiras, entre outras.

Além dessas empresas, outras que não estão diretamente ligadas ao mercado também fazem parte da rede da Central, isso inclui concessionárias e fundações seguradoras.

Assim, como a CETIP é a responsável por fazer eletronicamente todo o registro de negociações, incluindo os Certificados de Depósito Interbancário, ela é a única que tem dados suficientes para calcular a taxa DI e , portanto, fica com a responsabilidade de divulgar a taxa para o resto do mercado.

Para consultar o CDI hoje, basta acessar o site da CETIP. Na página é possível encontrar dados e série histórica da taxa DI, além do CDI mensal.

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CDI como referência para investimentos

Como vimos, o CDI é um título restrito às instituições financeiras, nesse sentido não é possível investir nesses Certificados como pessoa física.  No entanto, o CDI se tornou parâmetro para para os investimentos mais  simples e seguros do mercado. Assim, a taxa DI passou a ser considerada a taxa de livre de risco.

Nesse cenário, é possível encontrar diversos investimentos, sobretudo os de renda fixa, cuja rentabilidade é referenciada pelo CDI. Portanto, é possível investir indiretamente no CDI aplicando em produtos como CDBs, por exemplo.

Além disso, em qualquer análise de investimento, o projeto deve ser comparado ao CDI. Afinal, um projeto que não consegue nem ao menos oferecer a taxa referencial do mercado, pode não ser um bom projeto.

Suponha por exemplo, que um investidor optou por investir em imóveis e comprou em janeiro de 2000 um imóvel no valor de R$ 100 mil e vendeu em janeiro de 2019 por R$ 700 mil. Esse investimento parece ter sido ótimo. Afinal, o investidor multiplicou seu dinheiro por 7x e teve um ganho de R$ 600 mil.

No entanto, se ele tivesse aplicado a mesma quantia em um investimento com 100% do CDI, o valor acumulado ao final do período seria de R$ 1.064.530. Ou seja, ele teria multiplicado seu capital por 10,65x acumulando um ganho de R$ 964.530.

Nesse sentido, é muito importante sempre fazer um comparação com o CDI antes aplicar capital em algum investimento.

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Como calcular o rendimento CDI de um investimento

Para calcular  o rendimento CDI de de uma aplicação basta multiplicar o percentual do CDI do investimento pela taxa acumulada durante o período da aplicação. Veja alguns exemplos:

  • Um CDB, por exemplo, que oferece 100% do CDI terá rentabilidade exatamente igual a da taxa DI durante o período da aplicação. Portanto, se o CDI tiver uma taxa acumulada de 10,5%, esse CDB também será de 10,5% no período.
  • Já um CDB que rende 90% do CDI, usando a mesma taxa acumlada, apresentará rentabilidade de 0,90 x 10,5 = 9,45%
  • Por fim, um CDB que promete um retorno de 110% do CDI, usando a mesma taxa acumulada, apresentará uma rentabilidade de 1,10 x 10,5 = 11,55%

Nesse cenário, é possível concluir  que um investimento que rendeu um percentual abaixo dos 100% do CDI, dependendo do cenário, pode não ser uma boa aplicação. Por outro lado, investimentos com rendimentos maiores do que 100% do CDI renderão mais do que a taxa. Assim, são considerados investimentos mais atrativos.

Para fazer a comparação entre a rentabilidade apresentada por diversos tipos de investimentos você pode usar um método ainda mais fácil, a calculadora CDI da Suno. Basta colocar a taxa inicial e a data final para descobrir o quanto seu dinheiro teria rendido em um aplicação que oferece 100% da taxa DI.

Como investir no CDI?

CDI

Como vimos, não é possível para uma pessoa física investir no CDI, uma vez que os títulos são negociados exclusivamente entre bancos. No entanto, diversos produtos, principalmente os de renda fixa, são referenciados pelo CDI. Assim, é possível investir indiretamente em CDI aplicando nesses produtos.

Quase maneira simples, as aplicações em renda fixa são divididas em três grupos, a saber:

  • Prefixados – Aplicações cujo rendimento é estabelecido no momento do investimento
  • Pós-fixados – Aplicações cujo rendimento está atrelado a um indicador variável
  • Híbrido – Aplicações que tem parte do rendimento prefixado e outra parte pós-fixado

O CDI, portanto, é um indicador usado como referência para os investimentos pós-fixados, incluindo:

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

O Certificado de Depósito Bancário é um título emitido pelos bancos com o objetivo de captar recursos. Dessa maneira, ao comprar um CDB, o investidor está emprestando dinheiro para banco. Em troca, ao final do contrato, o banco devolve o dinheiro emprestado acrescido de juros.

Esse tipo de tipo de título é pós-fixado e sempre tem sua rentabilidade atrelada ao CDI. Portanto, ao investir em CDB não saberá de antemão qual será a rentabilidade da sua aplicação, uma vez que ela varia de acordo com a Taxa DI do período.

A porcentagem do CDI paga pelos CDBs varia de banco para banco. Porém, vale ressaltar que por conta do risco entre outros fatores, instituições financeiras menores tendem a oferecer CDBs com melhores rendimentos.

Além disso, outro fator que pode influenciar na rentabilidade de um CDB é o prazo de vigência. Normalmente aplicações com prazo maior tendem a apresentar rentabilidade com maior percentual do CDI.

Por fim, vale destacar que o Certificado de Depósito Bancário pode ser assegurado pelo FGC – Fundo Garantidor de Crédito -, com valor de até R$ 250 mil por CPF e por banco. Assim, os riscos dos CDBs são bastante minimizados.

Além disso, o CDB não é livre do Imposto de Renda. As alíquotas sobre o produto variam entre 15% e 22,5% sobre rentabilidade dependendo do prazo estipulado para o resgate do capital.

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LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

A Letra de Crédito Imobiliário, como próprio nome sugere é um título emitido com o intuito de financiar o setor imobiliário. Comprando um título, o investidor está emprestando dinheiro para que o banco possa investir em atividades de construção e aquisição de imóveis.

Assim, como no caso do CBD, ao final do prazo determinado para resgate o valor tomado como empréstimo é devolvido com acréscimo de juros. O LCI também possui garantia pelo FGC.

Além disso, o LCI também segue a lógica do CDB e pode ser pós-fixado com rentabilidade atrelada ao CDI. No entanto, esse tipo de produto exige um valor mínimo maior.

Uma vantagem do LCI é que, por se tratar de um setor estratégico, ele é isento de impostos. Por isso, mesmo se o rendimento observado seja menor do que o apresentado por outros produtos, o LCI ainda pode  ser vantajoso por não estar exposto à tributação.

Vale deixar claro, no entanto, que nem sempre isso é uma verdade. Antes de fazer uma aplicação o investidor deve estar atento aos valores e fazer os cálculos necessários para descobrir qual melhor aplicação.

LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

A LCALetra de Crédito do Agronegócio,  é bastante parecida com o LCI. De fato ela também é um título que funciona como um empréstimo para os bancos. Porém o intuito da LCA é financiar o setor de agronegócio.

A LCI também pode ser pós-fixada e, portanto, ter rentabilidade atrelada à taxa DI. Além disso, as Letras de Crédito do Agronegócio,  também contam com a garantia do FGC.

Em relação aos impostos, a LCI também possui isenção. Isso porque o setor de agronegócio também é considerado um setor estratégico para a economia nacional.

No entanto, esse tipo de produto é menos procurado pelos investidores, uma vez que suas aplicações possuem prazo de vencimento maior. Em geral, uma aplicação em LCI tem prazo de, pelo menos, três anos.

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LC (Letra de Câmbio)

Ao contrário do que pode sugerir o nome, a Letra de Câmbio nada tem a ver com moedas estrangeiras. Na verdade a LC é bastante parecida com o CDB. No entanto, existe uma diferença crucial. As LCs não são emitidas por Bancos, mas sim por financeiras, que são empresas que oferecem empréstimos pessoais ou consignados.

Uma vantagem da LC é que como o risco associado às empresas emissoras é maior, elas costumam apresentar rentabilidade maior.

Correlação entre CDI e Selic

Além de ser um indexador para diversas modalidades de investimento em Renda Fixa, o CDI possui uma ligação direta com a Selic – Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Por  muitas vezes o CDI é confundido com a taxa Selic.

Por uma questão de arbitragem, as duas taxas costumam andar juntas para evitar, sobretudo, desajustes na demanda por títulos públicos e por CDI.

Exemplo de como ocorre a correlação entre Taxa DI e Taxa Selic

CDI

Suponha que a Selic e a taxa DI estivessem cotadas em 10% e 8,5% respectivamente. Nesse cenário, um banco poderia tomar um empréstimo de outro banco ao custo de 8,5% (atrelado ao CDI) e emprestar o mesmo capital para um terceiro banco com custo de 10% (atrelado à Selic). Nesse exemplo, o banco poderia lucrar 1,5% com a operação.

Essa diferença entre taxas poderia fazer, portanto, que em alguns momentos investimentos em títulos públicos ou em Certificados de Depósitos Interbancário não fossem atraentes.

Para impedir que esse cenário ocorra, as duas taxas caminham juntas. No entanto, é importante deixar claro que elas possuem características bastante diferentes.

A taxa DI, é determinada pelas trocas de dinheiro realizada entre bancos. Enquanto isso, a taxa Selic é determinada pelas trocas de dinheiro entre as instituições financeiras e o Banco Central, por meio  da negociação de títulos públicos. Esse título tem como referência a meta da taxa Selic estabelecida pelo Copom – Comitê de Política Monetária.

Além disso, o CDI tende a ser mais confiável  e eficiente do que a Selic. Isso porque os Certificados de Depósito Interbancários representam o que realmente está acontecendo no mercado.

Ademais, a taxa DI é atualizada diariamente, enquanto Selic é atualizada a cada 45 dias. Por fim, outra diferença entre CDI e Selic, está na variação. O CDI varia livremente nas casas decimais, enquanto a Selic costuma variar, no máximo, 0,25 ponto percentual entre uma decisão e outra do Copom.

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Perguntas Frequentes sobre CDI
Quando do CDI rende a poupança?

O rendimento da poupança não está atrelado ao CDI, mas sim à Selic. Ela é isenta de impostos e desde 2012 tem rentabilidade divida em dois cenários:

0,5% ao mês mais o valor da taxa Referencial quando a Selic for inferior a ou igual a 8,5%;

70% da Selic mais o valor da raxa Referencial quando a Selic for superior a 8,5%

Quanto rende um CDB por mês?

A rentabilidade de um CDB depende de sua modalidade. Basicamente eles podem ser divididos em três grupos: Prefixado; pós-fixado e Híbrido. No caso de um CDB prefixado o investidor conhece a rentabilidade no momento da aplicação.

Caso o investidor resolva aplicar seu capital em um CDB pós-fixado, a rentabilidade ficará atrelada à algum indexador como o CDI ou a Selic, por exemplo. Nesse caso, portanto, o rendimento vai variar de acordo com o indexador.

Já o CDB híbrido é a junção dos dois primeiros. Por exemplo, um investidor pode fazer uma aplicação em um CDB que promete rentabilidade prefixada de 7% ao ano mais o CDI.

Posso investir em CDI?

Investimentos em CDI são restritos aos bancos, portanto uma pessoa física não pode investir nesses certificados diretamente. No entanto, como a taxa DI serve como referência para muitos investimento, é possível investir em CDI de maneira indireta.

Entre os principais produtos cujo benchmark pode ser o CDI estãos os CDBs, LCIs, LCAs e Letras de Câmbio.

Qual a diferença entre CDI e CDB?

Os CDIs são Certificados de Depósitos Interbancários, por isso são títulos negociados apenas entre bancos. Já os CDBs, são Certificados de Depósitos Bancários, negociados entre bancos e clientes. Através desses títulos os clientes, basicamente emprestam dinheiro aos bancos que em troca pagam juros sobre o dinheiro tomado como empréstimo.

Por que o CDI caiu tanto nos últimos anos?

Se a taxa Selic sobe, os bancos começam a cobrar mais pelos Depósitos interbancários, logo a taxa DI sobre.Por outro lado, se a taxa Selic cai, os bancos passam a cobrar menos pelos Depósitos interbancário, logo a taxa DI cai.

Nesse cenário, com a Selic operando em patamares cada vez menores, o CDI também apresentado taxas cada vez menores.

Bibliografia

http://www.b3.com.br/pt_br/https://www.bcb.gov.br/#!/n/SELIChttp://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-precos-e-taxas-dos-titulos

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.