capital intelectual

Na era das grandes inovações em que vivemos hoje, o conhecimento se tornou o ativo mais valioso de toda a economia. Dentro dessa lógica, cada vez mais as empresas estão procurando investir no chamado capital intelectual.

Por isso, com o grande avanço da nova economia, onde a intensividade do capital físico é cada vez menos relevante para a maioria das empresas, entender o conceito de capital intensivo é de fundamental importância.

O que é capital intelectual?

O capital intelectual é todo aquele estoque de geração de valor que depende do conhecimento, inteligência, experiência, entre outros fatores humanos subjetivos. Este tipo de capital é por definição intangível, ou seja, não pode ser acessado fisicamente. Ele pode dizer respeito tanto ao capital de empresas quanto ao de cada indivíduo especificamente.

No caso das empresas, o seu capital de inteligência total é representado pela soma do capital de cada indivíduo com outros fatores relacionados ao aspecto da empresa.

Ainda, indivíduos em equipes que se complementes, e em empresas bem estruturadas, podem potencializar o retorno do seu intelecto.

Como o capital intelectual é distribuído nas organizações?

Normalmente, a relação entre capital intelectual e organizações aparece em três formas diferentes. São eles:

  • Capital humano;
  • Capital estrutural;
  • Capital relacional.

Vamos a explicação de cada um deles.

Capital humano

O capital humano representa o capital intelectual de cada individuo.

O indivíduo adquire o seu conhecimento através de uma série de fontes.

Muitas pensam que o conhecimento esta relacionado apenas à educação formal. Porém, no mercado de trabalho atual, cada vez mais se valoriza as experiências em relação ao passado do trabalhador do que a sua educação formal.

Além disso, com o avanço das tecnologias, além de conhecimento teórico o trabalhador necessita ter habilidades.

Isto é, não basta conhecer um assunto, mas é necessário saber também coloca-lo em prática.

Com a disrupção tecnológica cada vez mais avançada as pessoas precisam cada vez mais testar as suas habilidade de aprendizado e se preparar para o novo.

conceito capital intelectual

Capital estrutural

O capital estrutural diz respeito ao conjunto de sistemas da empresa em si.

A empresa pode obter um sistema de funcionamento que funciona perfeitamente para si. Esta estrutura é que mantém uma companhia viva e ativa.

Além disso, o capital estrutural é o responsável por elevar o capital humano ao seu máximo potencial. Afinal, de nada adianta ter grandes trabalhadores se o sistema de espaço da empresa não os permite atingir o seu potencial.

Imagine algo como ter um grande jogador de futebol jogando em um time extremamente desarrumado taticamente.

O jogador simplesmente não conseguirá render o que sabe. E o clube terá desperdiçado dinheiro em sua contratação.

Por isso, é muito importante ter um capital estrutural adequado para que todos atingem o máximo de sua perfomance.

Além disso, o capital estrutural permite que uma empresa siga funcionando mesmo com a troca de funcionários.

Capital relacional

Já o capital relacional é conhecido no mercado de trabalho como o networking.

O networking pode ser definido como o conjunto de relações que se tronam facilitadores de negócios.

Um alto índice de relações saudáveis, seja com clientes, fornecedores ou colaboradores, pode ser crucial para o sucesso de um negócio.

Por isso, o capital relacional também compõe o capital intelectual.

Como o capital intelectual acrescenta valor a um negócio?

Com a economia cada vez mais baseada em tecnologia e inovação, o capital intelectual vem se tornando um ativo de suma importância dentro do processo produtivo das organizações. Para compreender melhor essa relação, confira agora mesmo o nosso curso online Valuation & Precificação de Ativos e descubra como o conhecimento, o desenvolvimento tecnológico e criação de novos negócios também são fatores essenciais para acrescentar valor ao negócio de uma empresa.

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Tiago Reis

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.